Sem radicalismo, Ming aponta gol de Mantega

Colunista econômico do Estado de S. Paulo, Celso Ming reconhece que o superávit de R$ 75 bilhões foi um bom número e afirma que não foi um "gol de mão", mas um número obtido dentro das regras do jogo

Sem radicalismo, Ming aponta gol de Mantega
Sem radicalismo, Ming aponta gol de Mantega (Foto: AMAURI NEHN)

247 - Num ambiente tomado por radicais, que se recusam a admitir que o superávit primário da economia brasileira em 2013, de R$ 75 bilhões, foi um bom número, o colunista econômico do Estado de S. Paulo, Celso Ming, decidiu destoar da turma no artigo "Não foi gol de mão" (leia aqui).

Segundo ele, "o ministro Guido Mantega está certo ao comemorar a sobra de arrecadação do governo federal em 2013, "de cerca de R$ 75 bilhões", o que configura um superávit primário aproximado de 1,7% do PIB."

Ming acrescenta ainda que foi "um belo gol", mas faz um alerta."Falta saber se ganhará o jogo contra as agências de classificação de risco que ameaçam rebaixar a qualidade dos títulos de dívida do Brasil, exatamente diante do baixo desempenho das contas públicas anteriormente previsto".


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