Serra: “estratégia Meirelles” não vai funcionar

Senador eleito por São Paulo, José Serra definiu como "um dos maiores erros da política econômica" do País o uso dessa mesma estratégia no passado, ou seja, a nomeação do ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles no governo; tucano criticou o fato de Meirelles, a partir da crise de 2008, ter demorado para mexer nos juros; "Essa estratégia agora não funciona, não tem fôlego", afirmou

Senador eleito por São Paulo, José Serra definiu como "um dos maiores erros da política econômica" do País o uso dessa mesma estratégia no passado, ou seja, a nomeação do ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles no governo; tucano criticou o fato de Meirelles, a partir da crise de 2008, ter demorado para mexer nos juros; "Essa estratégia agora não funciona, não tem fôlego", afirmou
Senador eleito por São Paulo, José Serra definiu como "um dos maiores erros da política econômica" do País o uso dessa mesma estratégia no passado, ou seja, a nomeação do ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles no governo; tucano criticou o fato de Meirelles, a partir da crise de 2008, ter demorado para mexer nos juros; "Essa estratégia agora não funciona, não tem fôlego", afirmou (Foto: Felipe L. Goncalves)

247 – O senador eleito José Serra (PSDB-SP) criticou nesta terça-feira 18, durante conferência da GO Associados, o que chamou de "estratégia Meirelles", ou seja, a nomeação do ex-presidente do Banco Central para o segundo governo da presidente Dilma Rousseff. Segundo ele, a estratégia, já usada no passado, foi um dos "maiores erros da política econômica" do País.

O tucano criticou o fato de Meirelles ter demorado cinco meses, na crise de 2008, para reduzir a taxa de juros e, quando isso aconteceu, foi de maneira muito gradual, em sua avaliação. À época, disse ele, o Brasil "se afogou" em dívidas trazendo duas consequências principais: valorização maior do câmbio e pressão fiscal.

Atualmente, elevar a taxa de juros – segundo ele, o que Meirelles sabe fazer – funciona num primeiro momento, mas hoje seria inviável diante do déficit em conta corrente. "Essa estratégia agora não funciona, não tem fôlego", avaliou.

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