Siemens é condenada em mais um caso de cartel

Multinacional de tecnologia, junto com as empresas Mitsubishi Electric e Toshiba, perderam um recurso na Corte Europeia de Justiça sobre uma decisão judicial de 2007 que declarou que as empresas faziam parte de um cartel vendendo equipamentos elétricos para o setor de energia; segundo o tribunal, multa de 397 milhões de euros contra a Siemens é final

Das Foto zeigt die neue SWT-3.0-101 DD Windturbine. Eine Leistung von 3 Megawatt (MW) und einen Rotordurchmesser von 101 Metern zeichnen den neuen Prototyp der neu entwickelten getriebelosen Windenergieanlage aus.
 
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Das Foto zeigt die neue SWT-3.0-101 DD Windturbine. Eine Leistung von 3 Megawatt (MW) und einen Rotordurchmesser von 101 Metern zeichnen den neuen Prototyp der neu entwickelten getriebelosen Windenergieanlage aus. The picture shows the new SWT-3.0-101 (Foto: Gisele Federicce)
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FRANKFURT, 19 Dez (Reuters) - As empresas de tecnologia Siemens, Mitsubishi Electric e Toshiba perderam um recurso na mais alta corte europeia sobre uma decisão judicial de 2007 que declarou que as empresas faziam parte de um cartel vendendo equipamentos elétricos.

A Corte Europeia de Justiça (ECJ, na sigla em inglês) disse em comunicado que a multa de 397 milhões de euros (546,4 milhões de dólares) aplicada à Siemens, além do veredito de que a Mitsubishi e a Toshiba participaram do cartel, são finais.

A Comissão Europeia havia aplicado multas a um total de 10 empresas em 2007, incluindo a Alstom, por fazer parte de um cartel de subestações de alta tensão isoladas a gás, com a multa total de 750 milhões de euros, a maior já imposta pela agência reguladora até então.

Enquanto que a Mitsubishi e a Toshiba conseguiram ter suas multas anuladas pelo Tribunal Geral da União Europeia, a Comissão realizou desde então o recálculo das somas, definindo uma multa de 74,8 milhões de euros à Mitsubishi e 56,8 milhões de euros à Toshiba.

A Siemens diz que respeita a decisão da corte.

A Mitsubishi e a Toshiba disseram que irão lutar pela redução das multas. As duas empresas têm atualmente recursos pendentes no Tribunal Geral.

(Por Victoria Bryan, Irene Preisinger e Sarah White)

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