Sob Temer, dívida líquida do setor público sobe de 35% para 46% do PIB

A dívida líquida do setor público não financeiro subiu de 43,8% do PIB (R$ 2,744 trilhões) em novembro e fechou 2016 em 45,9% do PIB (R$ 2,892 trilhões); em 2015, a dívida líquida fechou em 35,6%; sob a presidência de Michel Temer, essa é a maior relação dívida/PIB desde fevereiro de 2007

A dívida líquida do setor público não financeiro subiu de 43,8% do PIB (R$ 2,744 trilhões) em novembro e fechou 2016 em 45,9% do PIB (R$ 2,892 trilhões); em 2015, a dívida líquida fechou em 35,6%; sob a presidência de Michel Temer, essa é a maior relação dívida/PIB desde fevereiro de 2007
A dívida líquida do setor público não financeiro subiu de 43,8% do PIB (R$ 2,744 trilhões) em novembro e fechou 2016 em 45,9% do PIB (R$ 2,892 trilhões); em 2015, a dívida líquida fechou em 35,6%; sob a presidência de Michel Temer, essa é a maior relação dívida/PIB desde fevereiro de 2007 (Foto: Gisele Federicce)
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247 - A dívida líquida do setor público não financeiro subiu de 43,8% do PIB (R$ 2,744 trilhões) em novembro e fechou 2016 em 45,9% do PIB (R$ 2,892 trilhões). Em 2015, a dívida líquida fechou em 35,6%.

Essa é a maior relação dívida/PIB desde fevereiro de 2007 e o segundo pior resultado da série se considerarmos o balanço do ano, perdendo apenas para dezembro de 2006.

Segundo o Banco Central, a dívida subiu 10,3 pontos percentuais em 2016, sendo 6,5 pontos da incorporação de juros, 3,2 pontos da desvalorização do dólar, 2,5 pontos do déficit e o crescimento do PIB tira 1,7 ponto. O BC prevê novo crescimento da dívida em 2017.

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