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Steinbruch é cotado como novo porta-voz da indústria

Benjamin Steinbruch, presidente executivo da CSN, é sondado como possível sucessor de Paulo Skaf para assumir a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp); gestão de Skaf termina oficialmente em dezembro de 2017, mas ele sinaliza que pode sair antes para concorrer à Prefeitura de São Paulo no ano que vem ou novamente ao governo do Estado em 2018; Steinbruch, por outro lado, indica que não deixará a CSN na atual crise. Com dívida bruta de R$ 32 bilhões no primeiro trimestre deste ano, a companhia já está conversando com bancos para negociar a venda de parte de seus ativos

Benjamin Steinbruch, presidente executivo da CSN, é sondado como possível sucessor de Paulo Skaf para assumir a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp); gestão de Skaf termina oficialmente em dezembro de 2017, mas ele sinaliza que pode sair antes para concorrer à Prefeitura de São Paulo no ano que vem ou novamente ao governo do Estado em 2018; Steinbruch, por outro lado, indica que não deixará a CSN na atual crise. Com dívida bruta de R$ 32 bilhões no primeiro trimestre deste ano, a companhia já está conversando com bancos para negociar a venda de parte de seus ativos (Foto: Roberta Namour)

247 - O empresário Benjamin Steinbruch, presidente executivo da CSN, é sondado como possível sucessor de Paulo Skaf para assumir a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Ele já ocupou a cadeira na entidade, entre maio e outubro do ano passado, quando Skaf deixou o posto para concorrer ao governo do Estado de São Paulo.

A gestão de Skaf termina oficialmente em dezembro de 2017, mas ele sinaliza que pode sair antes para concorrer à Prefeitura de São Paulo no ano que vem ou novamente ao governo do Estado em 2018.

Steinbruch, por outro lado, indica que não deixará a CSN na atual crise. Com dívida bruta de R$ 32 bilhões no primeiro trimestre deste ano, a companhia já está conversando com bancos para negociar a venda de parte de seus ativos. Negócios de energia, logística, embalagens e imóveis estão entre os que podem deixar o grupo.

Leia aqui reportagem de Mônica Scaramuzzo sobre o assunto.