Steinbruch: país precisa de união, e não de conflito

Benjamin Steinbruch, diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, defende o ajuste fiscal: ‘porque há momentos, como nas guerras, em que algum recuo estratégico pode ser útil para rearticulação e retomada da ofensiva mais tarde’; segundo ele, “Recessões são politicamente insustentáveis; em horas como esta, o país precisa de união, e não de conflito”

Benjamin Steinbruch, diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, defende o ajuste fiscal: ‘porque há momentos, como nas guerras, em que algum recuo estratégico pode ser útil para rearticulação e retomada da ofensiva mais tarde’; segundo ele, “Recessões são politicamente insustentáveis; em horas como esta, o país precisa de união, e não de conflito”
Benjamin Steinbruch, diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, defende o ajuste fiscal: ‘porque há momentos, como nas guerras, em que algum recuo estratégico pode ser útil para rearticulação e retomada da ofensiva mais tarde’; segundo ele, “Recessões são politicamente insustentáveis; em horas como esta, o país precisa de união, e não de conflito” (Foto: Roberta Namour)

247 – O diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, Benjamin Steinbruch, alerta contra o risco de o Brasil viver um desastre econômico difícil de esquecer.

“Crescer não é um modismo. É uma necessidade. O ajuste fiscal também é necessário, porque há momentos, como nas guerras, em que algum recuo estratégico pode ser útil para rearticulação e retomada da ofensiva mais tarde”, diz. Ele afirma, no entanto, que as medidas de ajuste estão sendo tomadas com mão pesada demais e exigirão sacrifícios muito grandes da população em geral, principalmente os mais pobres.

“Por isso, é bom lembrar, recessões são politicamente insustentáveis.Em momentos como este, o país precisa de união nacional, e não de conflito” (leia mais).

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