Suja, perigosa e mais cara

Governo admite que gastos com segurana faro com que as usinas atmicas fiquem mais onerosas

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247 – O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, afirmou neste domingo que a questão de segurança deve ser revista mundialmente após o acidente nuclear no Japão. Entretanto, sinalizou não acreditar em uma interrupção do programa nuclear brasileiro, que prevê a construção de novas usinas nucleares no País. O executivo, porém, admitiu que o custo dos projetos podem subir, por conta da maior preocupação com segurança. Detalhe: a energia nuclear já é a mais cara de todas as fontes energéticas utilizadas no Brasil, além de ser mais perigosa do que as outras, como a hidrelétrica e a eólica.

O subsecretário para Política Internacional do Departamento de Energia dos Estados Unidos, David Sean Dalow, afirmou na tarde deste domingo que o acidente nuclear no Japão mostrou que é preciso colocar a segurança como prioridade. Segundo ele, mesmo com o acidente, a geração de energia nuclear vai continuar desempenhando um papel importante no setor de energia mundial.

Dalow está substituindo o secretário de Energia do governo dos Estados Unidos, Steven Chu, na visita ao Brasil. Ele ficou nos Estados Unidos para avaliar os efeitos do desastre nuclear no Japão.

O subsecretário participou na tarde deste domingo de um encontro promovido pela prefeitura do Rio com empresários brasileiros e americanos no Palácio da Cidade, em Botafogo, zona sul do Rio. O encontro tem como objetivo discutir possibilidades de investimento na área de energia e infraestrutura no País.

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Durante palestra, Dalow destacou a importância do Brasil no cenário energético, ao lembrar que o Brasil é o nono maior produtor mundial de energia, e o segundo maior do hemisfério Sul. Ele lembrou que existe um grupo binacional de energia e que os dois países pretendem aumentar o diálogo neste segmento.

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