Temer derrubou até o consumo de energia

A recessão de Michel Temer conseguiu derrubar até o consumo de energia, um importante termômetro da economia de um país; quando a demanda por energia cai, significa que a indústria vai mal das pernas; em novembro, o consumo de energia elétrica no país caiu 1,2% em novembro, totalizando 38.645 gigawatts (GWh), segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE)

Vista de torres e cabos de alta tensão no Pará. O leilão de energia existente desta quarta-feira surpreendeu ao reduzir a exposição de distribuidoras ao mercado de curto prazo a apenas 300 megawatts (MW) médios, como resultado também de uma inesperada rev
Vista de torres e cabos de alta tensão no Pará. O leilão de energia existente desta quarta-feira surpreendeu ao reduzir a exposição de distribuidoras ao mercado de curto prazo a apenas 300 megawatts (MW) médios, como resultado também de uma inesperada rev (Foto: Giuliana Miranda)

247 - A recessão de Michel Temer conseguiu derrubar até o consumo de energia, um importante termômetro da economia de um país. Quando a demanda por energia cai, significa que a indústria vai mal das pernas. Em novembro, o consumo de energia elétrica no país caiu 1,2% em novembro, totalizando 38.645 gigawatts (GWh), segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). 

As informações são do Valor.

"As classes industrial e residencial registraram estabilidade em relação a novembro do ano passado, com o consumo da indústria aumentando apenas 0,1% no mês e das residências 0,2%. No acumulado do ano até novembro o consumo de energia pelo setor industrial caiu 3,2% na comparação com o mesmo período de 2015.

Segundo a EPE, ainda não é possível visualizar, por meio da demanda industrial de eletricidade, “possível recuperação da atividade econômica das indústrias, uma vez que o monitoramento das plantas industriais do país, principalmente dos ramos mais energointensivos, não tem indicado uma elevação expressiva e consistente do nível de consumo de energia elétrica em relação ao ano passado”, destacou o órgão de estudos na resenha mensal de novembro.

“Neste sentido, o contexto adverso continua impactando o ambiente da indústria, que segue adequando sua capacidade produtiva, mão-de-obra e decisões de investimento”, continua o documento."

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