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Economia

Tucanos agora dizem que meta não será cumprida

Primeiro, a oposição cobrou do governo o cumprimento do superávit primário, que foi entregue; no entanto, agora critica o corte de R$ 44 bilhões no orçamento, anunciado nesta semana; líder do PSDB na Câmara, o tucano Antonio Imbassahy afirma que o governo da presidente Dilma Rousseff tem histórico de não cumprir o que promete; "Dizer que vai reduzir despesas obrigatórias é o mesmo que cortar fumaça. O mercado e a sociedade esperavam reduções mais drásticas, estruturais", disse; segundo ele, "o governo arrecada muito, investe pouco, e sinaliza que vai continuar gastando muito e mal"; enquanto oposição reage mal, investidores sinalizaram positivamente para decisão do governo

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Primeiro, a oposição cobrou do governo o cumprimento do superávit primário, que foi entregue; no entanto, agora critica o corte de R$ 44 bilhões no orçamento, anunciado nesta semana; líder do PSDB na Câmara, o tucano Antonio Imbassahy afirma que o governo da presidente Dilma Rousseff tem histórico de não cumprir o que promete; "Dizer que vai reduzir despesas obrigatórias é o mesmo que cortar fumaça. O mercado e a sociedade esperavam reduções mais drásticas, estruturais", disse; segundo ele, "o governo arrecada muito, investe pouco, e sinaliza que vai continuar gastando muito e mal"; enquanto oposição reage mal, investidores sinalizaram positivamente para decisão do governo (Foto: Valter Lima)
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247 - Depois de cobrarem do governo o cumprimento do superávit primário, que será respeitado através de uma redução de R$ 44 bilhões no orçamento, tucanos agora afirmam que meta de corte não será entregue. Líder do PSDB na Câmara, o tucano Antonio Imbassahy afirma que o governo da presidente Dilma Rousseff tem histórico de não cumprir o que promete.

"Todo ano anuncia cortes que, no final das contas, não acontecem. Dizer que vai reduzir despesas obrigatórias é o mesmo que cortar fumaça. O mercado e a sociedade esperavam reduções mais drásticas, estruturais", disse Imbassahy, minimizando o anúncio feito pelo governo de redução de R$ 44 bilhões no orçamento.

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"Digamos que o orçamento contemple um aumento de despesas em relação ao ano anterior, e depois o governo corta. Isso não quer dizer que haverá efetivamente corte nos gastos. Esse detalhe costuma passar despercebido", afirmou. Ele ainda afirmou que "o governo arrecada muito, investe pouco, e sinaliza que vai continuar gastando muito e mal". "Isso é péssimo para a credibilidade do país e para a sociedade, que vai pagando a conta da gastança", completou.

Na última quinta-feira (20), em Brasília, os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior, anunciaram um contingenciamento orçamentário de R$ 44 bilhões e uma meta de superávit primário de 1,9%. Anteriormente, esse índice estava fixado em 2,1%. Porém, o governo previu que a inflação de 2014 também será menor do que a prevista inicialmente, fixada agora em 5,3%.

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O anúncio mostra que, ao mesmo tempo que fez o que era esperado pelo mercado e, em especial, pelas agência de classificação de risco que ameaçam rebaixar as notas brasileiras, o governo superou expectativas. Levantamentos com executivos financeiros e economistas apontaram que o mercado espera um contingenciamento máximo de R$ 35 bilhões e a promessa de superávit não superior a 1,5% do PIB.

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