United Airlines compra parte da Azul

Companhia aérea brasileira Azul e a norte-americana United Continental (dona da United Airlines) anunciaram nesta sexta-feira (26) uma parceria para compartilhamento da malha aérea; United pagou US$ 100 milhões por 5% de participação na brasileira e poderá indicar um membro para o Conselho de Administração; juntas, as empresas dizem que poderão oferecer ligações para mais de 450 destinos e mais de 6000 vôos diários; operação ainda precisa ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)

Companhia aérea brasileira Azul e a norte-americana United Continental (dona da United Airlines) anunciaram nesta sexta-feira (26) uma parceria para compartilhamento da malha aérea; United pagou US$ 100 milhões por 5% de participação na brasileira e poderá indicar um membro para o Conselho de Administração; juntas, as empresas dizem que poderão oferecer ligações para mais de 450 destinos e mais de 6000 vôos diários; operação ainda precisa ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)
Companhia aérea brasileira Azul e a norte-americana United Continental (dona da United Airlines) anunciaram nesta sexta-feira (26) uma parceria para compartilhamento da malha aérea; United pagou US$ 100 milhões por 5% de participação na brasileira e poderá indicar um membro para o Conselho de Administração; juntas, as empresas dizem que poderão oferecer ligações para mais de 450 destinos e mais de 6000 vôos diários; operação ainda precisa ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) (Foto: Aquiles Lins)

247 - A companhia norte-americana United Continental, dona da United Airlines, anunciou nesta sexta-feira, 26, que pagou US$ 100 milhões por 5% de participação na brasileira Azul. 

As duas poderão compartilhar a mesma malha aérea. David Neeleman continua sendo controlador da Azul, com 67% de participação. A operação ainda precisa ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Juntas, as empresas dizem que poderão oferecer ligações para mais de 450 destinos e mais de 6000 vôos diários. A Azul afirmou que vai manter seus voos atuais para os EUA, porque os considera "complementares" aos da United e que pretende voar para Nova York no ano que vem.

"O Brasil é um mercado importante em nossa malha de vôos internacionais e esta parceria reforça nossa presença no país", disse Jim Compton, vice-presidente e diretor de Vendas da United.

No dia 11 deste mês, o consórcio com o investidor David Neeleman, fundador da Azul, venceu o processo de privatização da companhia aérea estatal portuguesa TAP. Neeleman aliou-se ao empresário português Humberto Pedrosa e foi escolhido pelo governo português para ficar com 61% da companhia.

Ao assinar o contrato, o empresário disse que a meta para a TAP é comprar pelo menos 53 aviões (14 airbus A330 e 39 airbus A321 e A320), "expandir muito para os EUA", onde pretende voar para mais dez destinos, e apostar no mercado brasileiro, com oito a dez novas rotas.

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