"Vamos trilhar na Margem Equatorial o mesmo caminho da Bacia de Campos e do pré-sal", diz Prates após licença do Ibama
"Comprovamos, na prática, que estamos preparados para atuar com eficiência, segurança e prontidão na Margem Equatorial brasileira", disse o presidente da Petrobrás em comunicado
247 - O presidente da Petrobrás, Jean Paul Prates, celebrou em suas redes sociais a concessão da licença ambiental pelo Ibama para a realização de perfurações de poços exploratórios de petróleo e gás em águas profundas da Bacia Potiguar, localizada na Margem Equatorial brasileira. A notícia chega como um marco importante para a empresa e promete abrir novas oportunidades na exploração de recursos energéticos em uma região promissora.
A licença emitida pelo Ibama, com validade de dois anos, autoriza a Petrobrás a realizar perfurações nos blocos BM-POT-17 e POT-M-762, substituindo uma licença expirada que havia sido obtida em 2013. Este movimento confirma a declaração feita pela Petrobrás no último sábado, quando a empresa já havia anunciado o aval do Ibama para suas atividades na região.
Prates destacou em seu comunicado que a Margem Equatorial brasileira, que se estende do litoral do Rio Grande do Norte ao Amapá, é uma região de "novas fronteiras promissoras". Ele enfatizou que essa expansão na exploração de petróleo e gás irá "pavimentar um caminho de prosperidade para a companhia e para sociedade, assegurando a energia que o país precisa e suportando, inclusive, os investimentos necessários para a transição energética justa"
"Para obter a licença, realizamos, com sucesso, a avaliação pré-operacional (APO), última etapa do processo de licenciamento ambiental. Entre os dias 18 e 20/9, uma grande equipe da companhia testou em campo todos os nossos recursos de resposta à emergência em um simulado operacional, com um cenário fictício de acidente com vazamento de petróleo", explicou o presidente da petrolífera.
Prates ainda enfatizou que, por meio da realização de tal excercício, a Petrobrás "comprovou, na prática, que está preparada para atuar com eficiência, segurança e prontidão na Margem Equatorial brasileira".
"Vamos trilhar na Margem Equatorial o mesmo caminho que já trilhamos na Bacia de Campos, no pré-sal e em tantos outros projetos, sempre evoluindo e aprimorando nossas práticas", concluiu.
