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Fórum em Brasília debate como o microempreendedorismo pode transformar comunidades em todo o país

Encontro promovido pela Aliança Empreendedora reúne lideranças e organizações para discutir inclusão produtiva e fortalecimento de negócios comunitários

Presidente do Sebrae, Duda Rodrigues, discursa na abertura do fórum. (Foto: Duda Rodrigues/Sebrae)

247 - O futuro do microempreendedorismo nas periferias e favelas brasileiras foi o tema central do 7º Fórum Brasileiro de Microempreendedorismo, realizado nesta quarta-feira (4), em Brasília (DF). A iniciativa é promovida pela Aliança Empreendedora, organização que há duas décadas atua no apoio a microempreendedores em situação de vulnerabilidade econômica. A cobertura é da Agência Sebrae de Notícias.

O evento reuniu lideranças sociais, representantes de organizações da sociedade civil, gestores públicos e empreendedores de diferentes regiões do país para discutir estratégias de inclusão produtiva e fortalecimento do ecossistema empreendedor nas comunidades. A proposta é impulsionar políticas e iniciativas que garantam acesso a crédito, capacitação e oportunidades de negócios para quem empreende na base da pirâmide social.

Na abertura do Fórum, o Sebrae, parceiro histórico da causa, reafirmou seu compromisso com o desenvolvimento dos pequenos negócios e a redução da desigualdade por meio do empreendedorismo. “O microempreendedorismo não é apenas uma alternativa de renda, mas uma ferramenta de transformação social. É nas comunidades que surgem ideias inovadoras, com impacto direto na vida das pessoas”, destacou um representante da instituição.

Além de painéis com especialistas, o Fórum contou com relatos de empreendedores que superaram barreiras sociais e econômicas para consolidar seus negócios. A Aliança Empreendedora também apresentou dados e experiências acumuladas ao longo de sua trajetória, demonstrando o papel estratégico da inclusão produtiva na promoção da cidadania e do desenvolvimento sustentável.

O encontro ainda abriu espaço para debates sobre políticas públicas voltadas ao fortalecimento do microempreendedorismo comunitário, especialmente em um momento em que o Brasil busca soluções para combater o desemprego e promover a inclusão social por meio do trabalho autônomo e coletivo.