Judeu progressista explica por que há tantos judeus contra o sionismo

Yuri Haasz, do grupo Vozes Judaicas pela Libertação, diz que críticas a Israel não podem ser confundidas com antissemitismo

Judeus protestam no Capitólio dos Estados Unidos contra a guerra em Gaza
Judeus protestam no Capitólio dos Estados Unidos contra a guerra em Gaza (Foto: Reprodução)


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247 – O jornalista Pedro Marin, editor chefe da revista Ópera e editor de opinião de Opera Mundi, conduziu uma entrevista reveladora com Yuri Haasz, integrante do grupo "Vozes Judaicas pela Libertação", para discutir as razões por trás da oposição de muitos judeus ao sionismo. Na conversa, Haasz compartilhou sua perspectiva pessoal, destacando as complexidades do sionismo e seu próprio percurso, nascendo em Haifa, Israel, em 1971. Como mestre em ciências sociais e relações internacionais, ele é conhecido por seu trabalho na Palestina, fundando organizações dedicadas à educação e direitos humanos.

Um ponto crucial abordado na entrevista é a memória do Holocausto, frequentemente utilizada como justificativa para a criação e manutenção do Estado de Israel. Haasz enfatizou a necessidade de diferenciar críticas a Israel do antissemitismo, destacando a importância de garantir a segurança de todas as minorias.

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A entrevista também abordou a complexidade da linguagem, com Haasz explicando a variação de significados atribuídos a termos como "sionismo". Ele propôs uma distinção entre o sionismo imaginário e o sionismo concreto, referindo-se à implementação prática do projeto nacional.

Ao encerrar a entrevista, Yuri Haasz fez recomendações de leitura, indicando obras que oferecem perspectivas críticas, tanto palestinas quanto judaicas, sobre a história e o conflito na região. A matéria destaca a solidariedade do coletivo "Vozes Judaicas pela Libertação" e seu compromisso com a liberdade de expressão e a não distorção das críticas a Israel. Assista:

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