Arsenal demite seu mascote em meio a contratações milionárias, e Ozil decide bancar o salário

O clube da capital britânica vem implementando medidas de cortes de custos, mas as contratações e renovações de contratos só aumentaram na última janela de transferências

(Foto: REUTERS)
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247 - O meio-campista Mesut Ozil, do Arsenal, fez uma postagem de apoio ao mascote do clube, o Gunnersaurus, em uma tentativa de evitar sua demissão.
Em sua conta no Instagram, o criador alemão declarou: “[E]u fiquei muito triste que Jerry Quy também conhecido como nosso famoso & leal mascote @officialgunnersaurus e parte integral do nosso clube foi feito redundante após 27 anos. Assim, eu estou oferecendo reembolsar @Arsenal o salário completo do nosso grande cara verde pelo restante da minha carreira no Arsenal para que assim Jerry possa continuar seu emprego que ama tanto. ❤️🙏🏼#JusticeForGunnersaurus #M1Ö #YaGunnersYa.”


A demissão do mascote foi revelada pelo The Athletic antes mesmo de qualquer pronunciamento oficial do clube londrino.

É claro, com jogos sem torcida por período indeterminado, existe pouco sentido em se manter um mascote cuja função única é entreter a torcida. No entanto, como um clube muito enraizado em sua sede, a região norte de Londres, o Arsenal sempre se viu como um agente importante na manutenção de um ambiente de suporte para a comunidade. 

A demissão de Gunnersaurus, assim como a de 55 funcionários há 2 meses atrás como parte de um projeto de corte de custos em meio à pandemia, vai contra esse princípio. Isso só se torna mais evidente quando se considera o fato de que na última segunda-feira (5), o clube londrino ativou a cláusula de 45 milhões de libras (ou em torno de 325 milhões de reais) do contrato do meio-campista Thomas Partey, além de ter renovado o contrato do atacante Pierre-Emerick Aubameyang, que ganhará um salário de 350 mil libras por semana.

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