Ex-presidente do Comitê Olímpico do Brasil, Carlos Arthur Nuzman é condenado a 30 anos de prisão

O ex-governador Sérgio Cabral e o ex-diretor de operações do comitê Rio 2016, Leonardo Gryner, foram condenados pelo juiz Marcelo Bretas. Nuzman é alvo da operação Unfair Play, que investigou a compra de votos para a escolha do Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos de 2016

(Foto: Tânia Rego / Ag.Brasil)
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247 - O ex-presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB) Carlos Arthur Nuzman foi condenado a 30 anos e 11 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva, organização criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, após sentença determinada nesta quinta-feira, 25, pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª vara federal criminal do Rio de Janeiro.

Nuzman é alvo da operação Unfair Play, que investigou a compra de votos para a escolha do Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos de 2016.

Ele ainda tem direito de recorrer da sentença em liberdade.

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Também o ex-governador Sérgio Cabral e o ex-diretor de operações do comitê Rio 2016, Leonardo Gryner, foram condenados. Cabral teve pena de 10 anos e 8 meses, enquanto Gryner pegou 13 anos e 10 meses.

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