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ACM: 'Crise é fruto da má gestão do governo'

Em discurso na cerimônia de abertura do seminário 'Indústria Forte', na Fieb, nesta segunda-feira, o prefeito de Salvador, ACM Neto, responsabilizou a presidente Dilma Rousseff pela crise econômica pela qual passa o País; para o democrata, a turbulência "é efeito da desorganização da gestão federal"; apesar da crítica, ACM afirma que não é hora de "torcer contra" o governo; "O cidadão não pode pagar pelo rombo no orçamento federal, por isso sou contra a volta da CPMF. Entendendo que a solução não é o aumento da carga tributária, mas sim a racionalização da máquina federal"

ACM: 'Crise é fruto da má gestão do governo' (Foto: Foto: Valter Pontes)

Bahia 247 - Em discurso na cerimônia de abertura do seminário 'Indústria Forte', na Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), nesta segunda-feira (31), o prefeito ACM Neto, do DEM, disse responsabilizou a presidente Dilma Rousseff pela crise econômica pela qual passa o País. Para o democrata, a turbulência "é efeito da desorganização da gestão federal".

Apesar da crítica, ACM afirma que não é hora de "torcer contra" o governo. "O cidadão não pode pagar pelo rombo no orçamento federal, por isso sou contra a volta da CPMF. Entendendo que a solução não é o aumento da carga tributária, mas sim a racionalização da máquina federal. No entanto, este não é o momento de torcer contra o governo federal, mas sim de que todos deem as mãos para sair dessa crise, com ações efetivas para isso. O sistema tributário brasileiro, por exemplo, precisa ser revisto", sugeriu.

O prefeito disse que "este é um momento duro para todos", e ressaltou que somente pela prefeitura houve queda de 11% na arrecadação em julho último. Embora lamente as dificuldades, ACM afirma que sua gestão não está deixando de cumprir seu planejamento.
 
"Os serviços na cidade não foram afetados porque fizemos o dever de casa logo no início do mandato, com o trabalho de organização das finanças. Recentemente, houve uma reunião de secretariado em que fizemos um ajuste no orçamento, cortando os gastos no tamanho da máquina para garantirmos os serviços ao cidadão".