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Acrísio critica divisão da esquerda para eleição de 2018

“Não posso me convencer que o melhor caminho seja cada partido seguir com um candidato diferente no próximo processo eleitoral. Na minha opinião, chegou a hora de sentar à mesa o PCdoB, PDT e PT para discutir um projeto de reforma de base e, a partir daí, unificar num só bloco os partidos, com um só nome para candidato”, opinou o vereador Acrísio Sena (PT), sobre a possível divisão da esquerda nas eleições do próximo ano. Para o parlamentar, diante da atual “política neoliberal avassaladora desse governo ilegítimo”, um projeto para a nação deve ser prioridade

“Não posso me convencer que o melhor caminho seja cada partido seguir com um candidato diferente no próximo processo eleitoral. Na minha opinião, chegou a hora de sentar à mesa o PCdoB, PDT e PT para discutir um projeto de reforma de base e, a partir daí, unificar num só bloco os partidos, com um só nome para candidato”, opinou o vereador Acrísio Sena (PT), sobre a possível divisão da esquerda nas eleições do próximo ano. Para o parlamentar, diante da atual “política neoliberal avassaladora desse governo ilegítimo”, um projeto para a nação deve ser prioridade (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará 247 - O vereador Acrísio Sena (PT) defendeu a união de partidos de esquerda em torno de um programa único para o país e lamentou que a esquerda caminhe dividida nas eleições de 2018. Recentemente, o PCdoB decidiu indicar a ex-deputada Manuela D'ávila à Presidência da República.

"Não posso me convencer que o melhor caminho seja cada partido seguir com um candidato diferente no próximo processo eleitoral. Na minha opinião, chegou a hora de sentar à mesa o PCdoB, PDT e PT para discutir um projeto de reforma de base e, a partir daí, unificar num só bloco os partidos, com um só nome para candidato nas eleições para a presidência da República", opinou, em pronunciamento nesta quarta-feira (8), na Câmara Municipal de Fortaleza.

O parlamentar disse que diante da atual "política neoliberal avassaladora desse governo ilegítimo", um projeto para a nação deve ser prioridade. "Primeiro temos que discutir o projeto, segundo a aliança e terceiro a escolha de um nome nesse processo eleitoral", concluiu o petista.