Adiada votação de projeto de venda de áreas públicas

Nova tentativa só será feita no sábado (28); integrantes da oposição revezaram-se na tribuna até esgotar o tempo hábil para votação em primeiro turno; clima ficou tenso no plenário, com nova ameaça do presidente Clécio Alves ao vereador Djalma Araújo; Paulo Magalhães criticou doações de terrenos para a Acieg, Ministério Público e PUC; base do prefeito já entende que projeto só deve ser aprovado em definitivo em 2014

Nova tentativa só será feita no sábado (28); integrantes da oposição revezaram-se na tribuna até esgotar o tempo hábil para votação em primeiro turno; clima ficou tenso no plenário, com nova ameaça do presidente Clécio Alves ao vereador Djalma Araújo; Paulo Magalhães criticou doações de terrenos para a Acieg, Ministério Público e PUC; base do prefeito já entende que projeto só deve ser aprovado em definitivo em 2014
Nova tentativa só será feita no sábado (28); integrantes da oposição revezaram-se na tribuna até esgotar o tempo hábil para votação em primeiro turno; clima ficou tenso no plenário, com nova ameaça do presidente Clécio Alves ao vereador Djalma Araújo; Paulo Magalhães criticou doações de terrenos para a Acieg, Ministério Público e PUC; base do prefeito já entende que projeto só deve ser aprovado em definitivo em 2014 (Foto: Realle Palazzo-Martini)

Goiás247_ O Projeto de Lei Complementar do prefeito Paulo Garcia (PT), que desafeta áreas públicas em Goiânia só será votado no dia 28 próximo, em sessão extraordinária marcada para as 9 horas. A convocação foi feita durante a sessão extraordinária realizada no sábado (21), que começou as 10 horas e se prolongou até as 13 horas. Como não pode haver prorrogação nesta forma de sessão, a votação do projeto foi adiada.

A votação não aconteceu por uma manobra da oposição, cujos integrantes se revezaram no uso da tribuna de forma a esgotar o prazo para deliberação. Membros da base do prefeito Garcia, que tem grande interesse na aprovação da matéria, já admitem que ele pode não ser aprovado em duas votações ainda em 2013.

Depois (e se) de aprovado em primeira votação, o projeto precisa ser remetido à Comissão de Habitação, Urbanismo e Ordenamento Urbano. A vereadora Tatiana Lemos (PCdoB), relatora do projeto na comissão, já avisou que fará duas audiências públicas para discutir o projeto. Só depois fará seu relatório.

A sessão foi marcada pela tensão. Da tribuna, o vereador Djalma Araújo (SDD), exibindo matéria veiculada no jornal O Popular, registrou que a Delegacia Estadual de Combate aos Crimes Contra a Administração Pública está promovendo investigações sobre possíveis irregularidades na venda, doação e permuta de áreas públicas.

Por sua vez, o presidente da Casa, vereador Clécio Alves (PMDB), alertou que caso algum vereador acuse seus pares de envolvimento em atos ilícitos e não comprove poderá ser acionado para perder o mandato.

Pouco depois, da tribuna, o vereador Paulo Magalhães (SDD) se posicionou contra a doação de áreas previstas no projeto de Paulo Garcia para a Acieg, Ministério Público e Pontifícia Universidade Católica de Goiás.

Tribuna

Nas três horas de duração da sessão, os vereadores apreciaram 18 decretos legislativos, três projetos de lei e o projeto de lei complementar de desafetação de áreas públicas. Sobre este último, sete vereadores fizeram uso da tribuna para se manifestarem: Tatiana Lemos, Elias Vaz (PSB), Zander Fábio (PSL), Virmondes Cruvinel Filho (PSD), Djalma Araújo, Geovani Antonio (PSDB) e Paulo Magalhães. Já o vereador Antonio Uchoa (PSL) pediu vistas ao projeto, mas ele foi negado.

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