Aécio ataca Lula e Dilma
Presidenciável do PSDB ataca ex-presidente petista, que anunciou que irá percorrer o Brasil pela reeleição de Dilma Roussef; "Se ele disse que não teve critério para escolher ministro do Supremo, fico imaginando como foi a escolha de diretores de agências reguladoras, de bancos, de estatais... Os desencontros dos governos do PT começaram aí"; Aécio Neves criticou o discurso da presidente a investidores, em Nova York, na semana passada; "Ela fez a mesma promessa de Lula na Carta aos Brasileiros, lá atrás, mas a verdade é que o Brasil não esta respeitando contratos"; senador mineiro avança na linha de ser o maior crítico do governo
247 – O presidenciável Aécio Neves não vai mais deixar barato nenhum posicionamento da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula. Numa só tacada, o senador mineiro atacou o discurso feita pela presidente a investidores, em Nova York, na semana passada, e a afirmação do ex-presidente de que não fora criterioso o suficiente na escolha de alguns ministro do Supremo Tribunal Federal.
"Ela fez a mesma promessa de Luila a Carta aos Brasileiros, lá atrás, mas a verdade é que o Brasil não está respeitando contratos", disse o presidente do PSDB. "Essa necessidade de Dilma prometer de novo é exatamente porque o governo não está respeitando contratos".
Os disparos também foram dados na direção de Lula. "Se ele se arrepende da escolha de ministros do Supremo Tribunal Federal, imagine em relação a outras áreas do governo", comparou Aécio. "A consequência disso é o descrédito". Para ele, "os desencontros dos governos do PT começaram com Lula".
Em entrevista coletiva concedida em São Paulo, o tucano disse que Lula cometeu "um ato falho" ao admitir a falta de critério para suas nomeações ao Supremo. "Me preocupa é ele dizer que não foi criterioso nessa nomeação de um ministro da mais alta corte do país", disse ele.
- E o que o sr. acha do mensalão mineiro
- Deve ser julgado e se tiver culpado deve ser punido. Mas é um caso que conheço muito pouco. Talvez você conheça melhor do que eu, respondeu o senador mineiro.