Aécio cita Lava Jato e diz que lei é para todos

Mencionado num depoimento do doleiro Alberto Youssef como 'dono' de uma diretoria em Furnas que pagaria mesadas de US$ 100 mil/mês a diversos parlamentares, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), fez referência à mais recente etapa da Operação Lava Jato, batizada de "erga omnes", e disse que a lei é para todos; "Quem cometeu os delitos, vai ter que responder por eles", disse o senador mineiro (PSDB-MG), cuja investigação ainda pode ser reaberta pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot; na entrevista, o presidente nacional do PSDB adotou um tom de cautela em relação a eventual pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff e também comentou a delação de Ricardo Pessoa, dono da UTC, que atingiu seu vice, Aloysio Nunes (PSDB-SP); "Aloysio é um homem de bem", disse ele

Mencionado num depoimento do doleiro Alberto Youssef como 'dono' de uma diretoria em Furnas que pagaria mesadas de US$ 100 mil/mês a diversos parlamentares, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), fez referência à mais recente etapa da Operação Lava Jato, batizada de "erga omnes", e disse que a lei é para todos; "Quem cometeu os delitos, vai ter que responder por eles", disse o senador mineiro (PSDB-MG), cuja investigação ainda pode ser reaberta pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot; na entrevista, o presidente nacional do PSDB adotou um tom de cautela em relação a eventual pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff e também comentou a delação de Ricardo Pessoa, dono da UTC, que atingiu seu vice, Aloysio Nunes (PSDB-SP); "Aloysio é um homem de bem", disse ele
Mencionado num depoimento do doleiro Alberto Youssef como 'dono' de uma diretoria em Furnas que pagaria mesadas de US$ 100 mil/mês a diversos parlamentares, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), fez referência à mais recente etapa da Operação Lava Jato, batizada de "erga omnes", e disse que a lei é para todos; "Quem cometeu os delitos, vai ter que responder por eles", disse o senador mineiro (PSDB-MG), cuja investigação ainda pode ser reaberta pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot; na entrevista, o presidente nacional do PSDB adotou um tom de cautela em relação a eventual pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff e também comentou a delação de Ricardo Pessoa, dono da UTC, que atingiu seu vice, Aloysio Nunes (PSDB-SP); "Aloysio é um homem de bem", disse ele (Foto: Leonardo Attuch)

Minas 247 – Em entrevista à jornalista Isadora Peron (leia aqui), o senador Aécio Neves (PSDB-MG) fez referência à mais recente etapa da Operação Lava Jato, batizada de "erga omnes", e disse que a lei agora é para todos.

No entanto, Aécio fez questão de defender seu candidato a vice na eleição passada, o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), que foi citado na delação do empresário Ricardo Pessoa como beneficiário de uma doação de R$ 300 mil e de uma retirada em dinheiro vivo de outros R$ 200 mil.

"Não se pode misturar um apoio legítimo, que um candidato recebeu, declarado na Justiça Eleitoral, com o assalto comandado pelo PT que foi feito na Petrobrás. Essas coisas não se misturam. O Aloysio é um homem de bem e é um dos nomes mais críticos a tudo o que está acontecendo com o País", disse Aécio.

O senador tucano também adotou um tom cauteloso em relação a eventual pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. "Continuo tendo a cautela de sempre nessa questão, mas é perceptível que o conjunto da obra leva a uma indignação da sociedade brasileira e essa indignação é um dos insumos necessários para que se chegue a esse desfecho. No entanto, vou continuar esperando que as coisas caminhem. Um momento extremamente importante para todo esse processo, até para a nossa definição, será o julgamento do Tribunal de Contas. É inaceitável que a presidente queira continuar transferindo responsabilidades sobre os atos do governo", afirmou.

Sua referência à Lava Jato foi feita ao comentar os próximos passos que serão dados pela oposição. "Nós vamos conversar no início da semana, com todas as lideranças, para definir, de forma clara, os próximos passos que nós vamos dar. Mas o cerco é cada vez maior. E, como diz aquela expressão erga omnes usada numa operação pela Polícia Federal, mais do que nunca, a lei é para todos. Quem cometeu os delitos, vai ter que responder por eles."

Na primeira fase da Lava Jato, Aécio foi citado pelo delator Alberto Yousseff como 'dono' de uma diretoria em Furnas, que pagava mesadas de US$ 100 mil por mês a parlamentares. O pedido de investigação contra Aécio foi arquivado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, mas pode ser reaberto caso surjam novas evidências sobre sua participação no caso Furnas.

“O partido (PP) tinha a diretoria, mas quem operava a diretoria era o Janene em comum acordo com o então deputado Aécio Neves. Tinha algumas operações que ele (Janene) dividia com o então deputado Aécio Neves (PSDB)”, disse Youssef em seu depoimento. Confira abaixo:

 

 

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247