Aécio descarta racha e diz que PSDB estará unido nas eleições
Pesquisa do Datafolha que aponta uma queda significativa na popularidade da presidente Dilma Rousseff e o senador Aécio neves (PSDB-MG) dez pontos percentuais à frente do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva caso as eleições presidenciais fossem hoje, acendeu os brios do tucanato; Aécio disse estar "grato" pelo reconhecimento do seu nome pelos eleiotres, mas avaliou ser prematuro discutir qualquer cenário eleitoral neste momento; ele buscou minimizar as tensões internas e a iminência de um racha no PSDB ao afirmar que 'nas eleições, ao contrário do que especulam, o PSDB estará unido"; declaração tenta acalmar os ânimos de ala do PSDB que tem ampliado a movimentação para que o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) seja o candidato do partido à Presidência da República em 2018
247 - A pesquisa do Datafolha que aponta uma queda significativa na popularidade da presidente Dilma Rousseff e que mostra o senador Aécio neves (PSDB-MG) com dez pontos percentuais à frente do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva caso as eleições presidenciais fossem hoje, esquentou os brios do tucanato. Aécio disse estar "grato" pelo reconhecimento do seu nome, mas disse que seria prematuro discutir qualquer cenário eleitoral neste momento. Apesar disso, ele buscou minimizar as tensões internas e a iminência de um racha no PSDB ao afirmar que 'nas eleições, ao contrário do que especulam, o PSDB estará unido".
A declaração de Aécio, vai de encontro a movimentação feita por aliados do governador de São Paulo, Geral Alckmin (PSDB), que já atuam visando ser ele o candidato tucano à Presidência da República em 2018. Aécio, que também é presidente nacional do PSDB, é apontado como candidato natural da legenda, vem enfrentando dificuldades para se colocar como o único candidato para a disputa.
Segundo a simulação feita pelo Datafolha, Aécio obteve 35% das intenções de voto, assegurando dez pontos de vantagem sobre o segundo colocado, o ex-presidente lula. A terceira colocação ficou com a ex-senadora Marina Silva, que atualmente está no PSB, mas tenta viabilizar a criação do seu próprio partido político.
Sobre a queda da avaliação positiva do governo da presidente Dilma, Aécio afirmou que ela "colhe o que plantou". "Isso é fruto da enganação, mentira, que foi a marca da sua campanha à Presidência, reconhecida inclusive pelo ex-presidente Lula. Não é algo de classes, mas um cenário que se reflete em todas as regiões do país", disparou Aécio em entrevista ao jornal Folha de São Paulo. De acordo com a pesquisa, 65% do eleitorado avalia o governo como ruim ou péssimo e somente 10% o considera como bom ou ótimo.
