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Aécio mira eleitor de SP na TV

Em três inserções de trinta segundos pelo programa do PSDB, senador mineiro e presidenciável tucano criticou o governo Dilma, focou na questão do transporte público e falou diretamente aos paulistanos

BRASÍLIA, DF, 04.09.2013: PORTAL SOCIAL DO BRASIL/PSDB - - O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, lança na ala das comissões do Senado Federal, o Portal Social do Brasil, espaço na internet em que os tucanos pretendem discutir temas da pau (Foto: Roberta Namour)

247 - O presidente do PSDB e possível candidato à Presidência da República, senador Aécio Neves (MG), utilizou as inserções de trinta segundos do partido apresentadas na TV na noite desta terça-feira (10) para criticar o governo da presidente Dilma Rousseff e mirar no eleitor de SP. "Eu sou Aécio Neves. Vamos conversar?", propôs o senador tucano no final de cada uma das inserções.

No primeiro momento, senador tucano disse que tem muito político que adora dizer que mudou o país. "Mas quem muda o Brasil todo dia é você. Você que acorda cedo para chegar ao trabalho, que economiza no mercado para pagar as contas no final do mês. Você que ainda estuda, mas já está ali dando aquela força em casa. Tudo o que o Brasil consegue é graças ao seu esforço. E agora, o que você merece é ser ouvido e respeitado. É ter um governo que leve o Brasil para a frente e que ajude você a dar o próximo passo", afirmou.

Na segunda aparição, se voltou ao eleitor de São Paulo, ao mencionar o trem-bala entre o Rio e São Paulo. "Enquanto isso, o paulistano leva em média duas horas para chegar ao trabalho", criticou ele. "Em vez de desperdiçar R$ 38 bilhões, a gente quer esse dinheiro investido em transporte para todos os brasileiros", afirmou o pré-candidato.

E por fim, falou da economia: "Você que vem ao mercado sabe que não está. Os alimentos subiram muito no último ano. E pagar a prestação está complicado. A gente precisa enfrentar esse problema agora. Para voltar a ter confiança no futuro. A primeira coisa a fazer é arrumar a casa, é ter tolerância zero com a inflação. É ter um governo que não jogue dinheiro fora e que ajude você a dar o próximo passo."