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Aécio: prioridade de Dilma é garantir segundos na TV

Pré-candidato do PSDB à Presidência da República, o senador Aécio Neves (MG) divulgou nota para criticar a reforma ministerial anunciada pela presidente Dilma Rousseff nesta sexta-feira: "Ao que parece, a prioridade é garantir alguns segundos a mais na propaganda eleitoral ao invés de fazer o governo funcionar. Quem paga a conta sempre são os brasileiros"

Aécio: prioridade de Dilma é garantir segundos na TV

Minas247 - O senador Aécio Neves (PSDB-MG) ainda não assumiu sua candidatura à Presidência da República em 2014, mas a elevação do tom crítico ao governo adotada nas últimas semanas não deixa dúvida sobre suas intenções. Nesta sexta-feira, minutos depois de o Palácio do Planalto confirmar a reforma ministerial aguardada ao longo da semana, Aécio divulgou uma nota para criticar as mudanças, que não teriam a melhoria da eficiência administrativa como meta.

O tucano destacou que a troca nos ministérios serve apenas para que a presidente garanta apoio dos partidos da base na eleição. "Ao que parece, a prioridade é garantir alguns segundos a mais na propaganda eleitoral ao invés de fazer o governo funcionar. Quem paga a conta sempre são os brasileiros", critica o senador.

Segundo ele, "nas democracias, as reformas ministeriais costumam ter como objetivo corrigir rumos, melhorar a eficiência da administração e, quando possível, ainda diminuir o peso da máquina pública". "No governo da presidente Dilma ocorre o contrário. A máquina só faz inchar e a busca pela eficiência foi substituída pela lógica da reeleição", critica.

Leia a curta nota na íntegra:

"Nas democracias, as reformas ministeriais costumam ter como objetivo corrigir rumos, melhorar a eficiência da administração e, quando possível, ainda diminuir o peso da máquina pública. No governo da presidente Dilma ocorre o contrário. A máquina só faz inchar e a busca pela eficiência foi substituída pela lógica da reeleição. Ao que parece, a prioridade é garantir alguns segundos a mais na propaganda eleitoral ao invés de fazer o governo funcionar. Quem paga a conta sempre são os brasileiros".