Aécio recebeu propinas de R$ 5,2 milhões na Cidade Administrativa, diz delator

O ex-executivo da Odebrecht Sérgio Neves afirmou em delação que o senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, recebeu propina de 3% sobre o valor das obras da Cidade Administrativa, em Minas Gerais; Neves e Benedicto Júnior, outro delator da Odebrecht na Lava Jato, relataram ao Ministério Público que, em 2007, quando deu início ao segundo mandato como governador de Minas, Aécio organizou esquema para fraudar a licitação para as obras da Cidade Administrativa; o esquema, segundo os delatores, envolvia a formação de um cartel de empreiteiras; eles disseram que a Odebrecht teria repassado aproximadamente R$ 5,2 milhões em propina ao tucano; em nota, o senador afirma que nunca manteve nenhum tipo de contato com Sérgio Neves nem pediu recursos originados de caixa 2

www.brasil247.com - O ex-executivo da Odebrecht Sérgio Neves afirmou em delação que o senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, recebeu propina de 3% sobre o valor das obras da Cidade Administrativa, em Minas Gerais; Neves e Benedicto Júnior, outro delator da Odebrecht na Lava Jato, relataram ao Ministério Público que, em 2007, quando deu início ao segundo mandato como governador de Minas, Aécio organizou esquema para fraudar a licitação para as obras da Cidade Administrativa; o esquema, segundo os delatores, envolvia a formação de um cartel de empreiteiras; eles disseram que a Odebrecht teria repassado aproximadamente R$ 5,2 milhões em propina ao tucano; em nota, o senador afirma que nunca manteve nenhum tipo de contato com Sérgio Neves nem pediu recursos originados de caixa 2
O ex-executivo da Odebrecht Sérgio Neves afirmou em delação que o senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, recebeu propina de 3% sobre o valor das obras da Cidade Administrativa, em Minas Gerais; Neves e Benedicto Júnior, outro delator da Odebrecht na Lava Jato, relataram ao Ministério Público que, em 2007, quando deu início ao segundo mandato como governador de Minas, Aécio organizou esquema para fraudar a licitação para as obras da Cidade Administrativa; o esquema, segundo os delatores, envolvia a formação de um cartel de empreiteiras; eles disseram que a Odebrecht teria repassado aproximadamente R$ 5,2 milhões em propina ao tucano; em nota, o senador afirma que nunca manteve nenhum tipo de contato com Sérgio Neves nem pediu recursos originados de caixa 2 (Foto: José Barbacena)


Minas 247 - O ex-executivo da Odebrecht Sérgio Neves afirmou em delação que o senador Aécio Neves (PSDB-MG), presidente nacional do PSDB, recebeu propina de 3% sobre o valor das obras da Cidade Administrativa, em Minas Gerais.

O complexo, em Belo Horizonte, funciona como sede do governo de Minas. Os prédios foram construídos quando Aécio Neves era governador.

"O senador Aécio jamais solicitou a quaisquer doadores recursos originados de caixa 2 ou ofereceu quaisquer contrapartidas, o que tem sido reconhecido inclusive por delatores. Em trecho do seu depoimento sobre doações eleitorais, divulgado hoje, Marcelo Odebrecht afirmou sobre Aécio: 'Nunca me pediu nada vinculado a nada'", diz a nota do senador.

Sérgio Neves e Benedicto Júnior, outro delator da Odebrecht na Lava Jato, relataram ao Ministério Público que, em 2007, quando deu início ao segundo mandato como governador de Minas, Aécio Neves organizou um esquema para fraudar a licitação para as obras da Cidade Administrativa.

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O esquema, segundo os delatores, envolvia a formação de um cartel de empreiteiras. Eles disseram, ainda, que a Odebrecht teria repassado aproximadamente R$ 5,2 milhões em propina ao tucano.

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Leia abaixo a nota divulgada pelo senador Aécio Neves:

O senador Aécio Neves nunca manteve nenhum tipo de contato com o sr. Sérgio Neves.

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Em seu depoimento, como pode ser comprovado, Benedicto Júnior não fala, em nenhum momento, em fraude no processo de licitação das obras da Cidade Administrativa.

Ao referir-se a uma reunião que o senador não se recorda, supostamente ocorrida dez anos atrás, Benedicto Júnior relatou apenas que seria interesse do Governo de Minas que a Odebrecht, principal empresa de construção do país à época, participasse da licitação pública.

Registre-se que o arquiteto responsável pelo projeto, Oscar Niemeyer, já havia manifestado sua preocupação de que as obras fossem executadas por empresas de grande experiência técnica em função da complexidade do projeto. A Lei 8.666, que rege licitações no país, também é clara ao exigir patamares de larga experiência para execução de grandes obras.

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O senador Aécio jamais solicitou a quaisquer doadores recursos originados de caixa 2 ou ofereceu quaisquer contrapartidas, o que tem sido reconhecido inclusive por delatores. Em trecho do seu depoimento sobre doações eleitorais, divulgado hoje, Marcelo Odebrecht afirmou sobre Aécio: "Nunca me pediu nada vinculado a nada".

Assessoria do senador Aécio Neves

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