Afif diz "ter sido "surpreendido" com ação por improbidade

Ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, disse ter sido surpreendido com a aceitação de uma denúncia por improbidade administrativa feita pelo Ministério Público do Estado de São Paulo; segundo a denúncia, ele é acusado de fazer uso do cargo de vice-governador para pressionar a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) para liberar a construção de um condomínio em um terreno no litoral paulista; Afif diz que a advogada especialista em direito ambiental Maria Fernanda Carbonelli e Maria Antonia Civita, viúva do empresário Roberto Civita, dono da Editora Abril e que faleceu em maio de 2013, realizaram pressões sobre o promotor Silvio Marques, da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, para que fizesse a denúncia

Ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, disse ter sido surpreendido com a aceitação de uma denúncia por improbidade administrativa feita pelo Ministério Público do Estado de São Paulo; segundo a denúncia, ele é acusado de fazer uso do cargo de vice-governador para pressionar a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) para liberar a construção de um condomínio em um terreno no litoral paulista; Afif diz que a advogada especialista em direito ambiental Maria Fernanda Carbonelli e Maria Antonia Civita, viúva do empresário Roberto Civita, dono da Editora Abril e que faleceu em maio de 2013, realizaram pressões sobre o promotor Silvio Marques, da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, para que fizesse a denúncia
Ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, disse ter sido surpreendido com a aceitação de uma denúncia por improbidade administrativa feita pelo Ministério Público do Estado de São Paulo; segundo a denúncia, ele é acusado de fazer uso do cargo de vice-governador para pressionar a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) para liberar a construção de um condomínio em um terreno no litoral paulista; Afif diz que a advogada especialista em direito ambiental Maria Fernanda Carbonelli e Maria Antonia Civita, viúva do empresário Roberto Civita, dono da Editora Abril e que faleceu em maio de 2013, realizaram pressões sobre o promotor Silvio Marques, da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, para que fizesse a denúncia (Foto: Paulo Emílio)

247 - O ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, disse ter sido surpreendido com a aceitação de uma denúncia por improbidade administrativa feita pelo Ministério Público do Estado de São Paulo. Segundo a denúncia, ele é acusado de fazer uso do cargo de vice-governador para pressionar a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) para liberar a construção de um condomínio em um terreno pertencente a família do ministro na Praia de Baleia, no litoral paulista.

Em uma carta enviada à imprensa, Afif diz que a advogada especialista em direito ambiental Maria Fernanda Carbonelli e Maria Antonia Civita, viúva do empresário Roberto Civita, dono da Editora Abril e que faleceu em maio de 2013, realizaram pressões sobre o promotor Silvio Marques, da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, para que fizesse a denúncia. Segundo Afif, Maria Antoni possui uma casa na Praia da Baleia, e teria ameaçado fazer uso "da imprensa" para exercer pressão sobre a Cetesb e o Ministério Público de maneira a impedir a construção do empreendimento.

Ainda segundo o ministro, ele adquiriu uma grande área na Praia de Baleia há 40 anos em sociedade com seus irmãos. "Acreditei que seria, no futuro, a nossa previdência", disse. Com a construção da rodovia Rio-Santos, eles ergueram quatro condomínios luxo "que foram adquiridas por famílias ricas que transformaram a área em uma das mais valorizadas do litoral paulista". Recentemente, eles decidiram fazer uma quinta unidade no local em sociedade com um empresa que seria responsável por tocar o projeto adiante.

A partir daí, Maria Fernanda e Maria Antonia teriam tentando evitara construção do empreendimento alegando a ocorrência de danos ambientais. "Mediante a ameaça de usar a imprensa contra quem discordava de suas convicções, Dona Maria Antonia Civita começou a fazer campanha procurando autoridades e forçando-as a não aprovar projetos de construção no local", afirma Afif.

A Cetesb negou autorização alegando que na área existem 80 espécies sob risco de extinção. Os responsáveis pela obra, porém, alegam que o projeto irá preservar 100 mil dos 120 mil metros quadrados do local. Ainda assim, Afif teria conseguido uma licença para o empreendimento enquanto Maria Antonia e a advogada teriam procurado o Ministério Público Estadual para denunciar supostas pressões feitas pelo então vice-governador para obter um laudo favorável ao negócio.

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