Afif Domingos é alvo do MP por improbidade administrativa

Ministro da Micro e Pequena Empresa é acusado pelo Ministério Público de ter pressionado a Cetesb, agência ambiental paulista, a aprovar o projeto de um condomínio residencial localizado no litoral norte de São Paulo, em um terreno do então vice-governador; ação foi formalizada na sexta-feira 26 e Afif nega irregularidades

Ministro da Micro e Pequena Empresa é acusado pelo Ministério Público de ter pressionado a Cetesb, agência ambiental paulista, a aprovar o projeto de um condomínio residencial localizado no litoral norte de São Paulo, em um terreno do então vice-governador; ação foi formalizada na sexta-feira 26 e Afif nega irregularidades
Ministro da Micro e Pequena Empresa é acusado pelo Ministério Público de ter pressionado a Cetesb, agência ambiental paulista, a aprovar o projeto de um condomínio residencial localizado no litoral norte de São Paulo, em um terreno do então vice-governador; ação foi formalizada na sexta-feira 26 e Afif nega irregularidades (Foto: Gisele Federicce)
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SP 247 – O ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, é acusado pelo Ministério Público de cometer improbidade administrativa por pressionar a Cetesb, agência ambiental paulista, a aprovar um projeto residencial que era de seu interesse, quando era vice-governador de São Paulo, segundo reportagem da Folha.

Segundo o órgão, que formalizou ação contra o ministro nesta sexta-feira 26, Afif Domingos queria a aprovação de um condomínio residencial, com 50 casas, localizado na Praia da Baleia, em São Sebastião, litoral norte de São Paulo, em um terreno que lhe pertencia. A Cetesb havia vetado a obra em 2009 alegando que ela traria danos ao meio ambiente.

Segundo a denúncia, o então vice-governador teria feito pressão à agência em janeiro de 2011. A aprovação da Cetesb saiu neste mesmo ano. "A decisão mudou baseada em um laudo feito após uma vistoria de menos de 24 horas", diz o promotor Silvio Antonio Marques.

Afif é sócio de uma das empresas envolvidas no projeto. Ele nega irregularidades. Sua advogada afirma que, durante a execução dos laudos questionados pelo MP, em outubro de 2010, seu cliente não ocupava cargos no governo de São Paulo.

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