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Afrêni assume PSDB em convenção esvaziada

Com as ausências dos deputados federais Alexandre Baldy, Waldir Soares e Célio Silveira, do presidente da Agetop, Jayme Rincón, e do governador Marconi Perillo, gripado, ex-deputado estadual foi aclamado para comandar a sigla tucana no Estado; nome de Afrêni foi viabilizado após o próprio Marconi tomar a frente da articulação da disputa pelo diretório estadual, em detrimento das pretensões do deputado Baldy; Giuseppe Vecci e Fábio Souza, dois dos federais presentes, colocaram panos quentes na divergência; “O governador colocou o seu peso para que o consenso fosse construído", disse Sousa; “Alexandre Baldy tem todas as condições de ser o nosso candidato e prefeito de Anápolis”, completou Vecci  

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Com as ausências dos deputados federais Alexandre Baldy, Waldir Soares e Célio Silveira, do presidente da Agetop, Jayme Rincón, e do governador Marconi Perillo, gripado, ex-deputado estadual foi aclamado para comandar a sigla tucana no Estado; nome de Afrêni foi viabilizado após o próprio Marconi tomar a frente da articulação da disputa pelo diretório estadual, em detrimento das pretensões do deputado Baldy; Giuseppe Vecci e Fábio Souza, dois dos federais presentes, colocaram panos quentes na divergência; “O governador colocou o seu peso para que o consenso fosse construído", disse Sousa; “Alexandre Baldy tem todas as condições de ser o nosso candidato e prefeito de Anápolis”, completou Vecci   (Foto: Realle Palazzo-Martini)
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Do portal A Redação – Em convenção marcada por ausências de importantes lideranças, o PSDB elegeu no domingo (14) o ex-deputado estadual e atual diretor de Expansão da Saneago, Afrêni Gonçalves, para a presidência do diretório da legenda em Goiás. A solenidade foi realizada na Assembleia Legislativa de Goiás e reuniu deputados estaduais e federais, prefeitos, vereadores, militantes e duas autoridades não filiadas ao ninho tucano, o vice-governador José Eliton (PP) e o deputado estadual Henrique Arantes (PTB).

As principais ausências notadas foram as dos deputados federais Alexandre Baldy, Waldir Soares e Célio Silveira; a do presidente da Agência Goiana de Transporte e Obras Públicas (Agetop), Jayme Rincón; além da do governador Marconi Perillo, que não compareceu ao encontro em virtude de viagem particular e “forte gripe”.

O nome de Afrêni foi viabilizado após o próprio governador Marconi Perillo tomar frente à articulação da disputa pelo diretório estadual. Nos bastidores e sem respaldo palaciano, o deputado federal Alexandre Baldy tentava emplacar sua candidatura até o início desta semana quando, na segunda-feira (8), retirou sua intenção ao pleito, após almoço com o governador e a bancada de deputados federais. Na ocasião, Marconi teria deixado clara a preferência pelo comando de Afrêni.

“O governador colocou o seu peso para que o consenso fosse construído. Evidentemente que todo mundo respeita a opinião do governador”, disse o deputado Fábio Sousa em entrevista à imprensa. O tucano justificou ainda que, apesar de os deputados federais declararem apoio a Baldy, as divergências “ficaram no esteio democrático”. “Favas contadas, o Afrêni é uma pessoa muito preparada, tem respeito e reverência de todos nós. E Baldy continua sendo o esteio do partido”, disse.

O deputado federal Giuseppe Vecci reforçou o discurso de Fábio Sousa e antecipou uma provável composição de Alexandre Baldy com a executiva nacional do PSDB. “Com certeza alguns desses nomes que não puderam compor a chapa aqui estarão compondo chapas majoritárias amanhã a nível nacional”, disse, emendando que “Alexandre Baldy tem todas as condições de ser o nosso candidato e prefeito de Anápolis”.

Presente na convenção, o ex-prefeito de Goiânia Nion Albernaz também falou sobre eleições municipais e voltou a afirmar que o PSDB terá candidato para o pleito de 2016 na capital. “Vai ter agora, eu tenho certeza disso.” Questionado sobre a razão que garantirá o lançamento de chapa tucana, Nion atribuiu a necessidade à “má gestão do PT, uma administração que tem envergonhado Goiânia”. O ex-prefeito disse ainda que “apostaria numa ampla discussão dentro do partido para, a partir daí, tirar o melhor (candidato)”.

Executiva Estadual

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Também foram eleitos os novos membros da Comissão Executiva Estadual, como o o 2º vice-presidente, deputado estadual Gustavo Sebba; a 3ª vice-presidente, secretária de Estado Leda Borges; o secretário-geral, João Meirelles; a 1ª secretária, Daniela Vaz Carneiro; o 2º secretário, Giancarlo Said Ribeiro; o tesoureiro geral, Paulo de Jesus; o 1º tesoureiro, José Carlos Garrote; e o 2º tesoureiro, Cristina Beatriz Moura. Para a suplência, foram eleitos Rodrigo Zani, Luiz Siqueira, Miriam Leite e Jânio Darrot, respectivamente.

Comporão a executiva na função de Vogais o secretário de Estado Sérgio Cardoso, os vereadores Thiago Albernaz e Cristina Lopes, além de Rosemery Valle, Sônia Chaves e Danilo Gleic. Como membros do Conselho Fiscal estarão Joacy Albernaz, Abadia Lima e Hélio Santana, que terão como suplentes, respectivamente, Luciana Albernaz, José Elias Fernandes e Evaldo José da Silva.

A vaga para a 1ª vice-presidência, todavia, ficou em aberto. A função foi oferecida ao deputado federal João Campos e chegou a ser anunciada na relação do novo diretório, mas o tucano recusou a presença de seu nome na executiva. “Eu não tenho tempo de me dedicar ao partido. Graças a Deus eu tenho muita atividade em Brasília, me dedico ao mandato. Seria um prazer, mas eu não tenho disponibilidade de servir ao partido. Essa é a razão pela qual eu não coloquei meu nome para ser presidente do partido”, disse à imprensa.

Novo presidente, Afrêni antecipou que entre as mudanças que pretende implantar no diretório está a interiorização das ações da legenda. "Nós vamos definir em conjunto com os membros da executiva e do diretório. Agora, eu tenho muitas ideias e uma delas é aprimorarmos o processo de interiorização do PSDB. Pra gente fazer mais visitas ao interior, ouvir mais as pessoas. O PSDB precisa estar mais próximo do povo, porque estando próximo do povo os seus projetos vão mais ao encontro das necessidades do povo", justificou. (Sarah Mohn)

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