Agentes penitenciários suspendem operação

Os agentes penitenciários de Alagoas suspenderam a “operação legalidade” após aceitarem proposta do governo que prevê uma bolsa de R$ 500,00 a partir de 2016; no entanto, outras reivindicações vão continuar sendo negociadas com o Executivo

Os agentes penitenciários de Alagoas suspenderam a “operação legalidade” após aceitarem proposta do governo que prevê uma bolsa de R$ 500,00 a partir de 2016; no entanto, outras reivindicações vão continuar sendo negociadas com o Executivo
Os agentes penitenciários de Alagoas suspenderam a “operação legalidade” após aceitarem proposta do governo que prevê uma bolsa de R$ 500,00 a partir de 2016; no entanto, outras reivindicações vão continuar sendo negociadas com o Executivo (Foto: Voney Malta)

Alagoas247 - Os agentes penitenciários de Alagoas decidiram suspender a "operação legalidade" nos presídios e aceitar a proposta feita pelo Governo do Estado para pagamento de uma bolsa de R$ 500 que deverá ser implementada ao salário da categoria a partir do próximo ano. Com isso, as visitas de familiares aos presos vão acontecer normalmente neste fim de semana. 

De acordo com o diretor financeiro do Sindicato dos Agentes Penitenciários de Alagoas (Sindapen), Vitor Leite, apesar da suspensão da mobilização - decidida durante assembleia da categoria - as negociações com o governo vão continuar para que os outros pontos reivindicados possam ser discutidos. 

"O governo ofereceu uma bolsa de R$ 500 e nós aceitamos para continuarmos negociando os demais pontos. Vamos elaborar um plano de ação sobre a operação legalidade e delimitar a situação dos prestadores de serviço", falou. 

A expectativa é que a bolsa seja implementada já no final do mês de agosto. Somente em 2016 é que o valor deve ser incorporado ao salário dos agentes. "Mas isso não vai comprometer as negociações para reajuste salarial em 2016", diz Vitor. 

Ainda segundo ele, os agentes também vão encaminhar ao governo um projeto que estabelece o serviço suplementar, permitindo que os agentes realizem trabalhos extras nos presídios quando estiverem de folga, suprindo as carências que passarão a existir com as delimitações referentes à atuação dos prestadores de serviço. 

"Até terça-feira vamos encaminhar o plano de ação para o governo, estabelecendo os limites de atuação dos terceirizados. O correto é que eles não atuem em trabalhos externos e nem fiquem armados no sistema", conta. 

Caso as demais reivindicações da categoria não sejam atendidas, os agentes não descartam voltar a realizar a operação legalidade no sistema penitenciário do Estado.

Com gazetaweb.com

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