Agressor de Padilha está na delação dos Machado

Eis o retrato perfeito da hipocrisia nacional: o empresário Danilo Amaral, que agrediu o ex-ministro Alexandre Padilha num restaurante em São Paulo, é um dos protagonistas da delação premiada da família de Sergio Machado, onde sua empresa, a Trindade Investimentos, aparece em nada menos que 18 citações; de acordo com o depoimento de Expedito Machado, filho de Sergio Machado, esta empresa recebeu cerca de R$ 30 milhões do esquema conhecido como "petrolão"; o furo é da jornalista Julia Dualibi, da revista Piauí

Eis o retrato perfeito da hipocrisia nacional: o empresário Danilo Amaral, que agrediu o ex-ministro Alexandre Padilha num restaurante em São Paulo, é um dos protagonistas da delação premiada da família de Sergio Machado, onde sua empresa, a Trindade Investimentos, aparece em nada menos que 18 citações; de acordo com o depoimento de Expedito Machado, filho de Sergio Machado, esta empresa recebeu cerca de R$ 30 milhões do esquema conhecido como "petrolão"; o furo é da jornalista Julia Dualibi, da revista Piauí
Eis o retrato perfeito da hipocrisia nacional: o empresário Danilo Amaral, que agrediu o ex-ministro Alexandre Padilha num restaurante em São Paulo, é um dos protagonistas da delação premiada da família de Sergio Machado, onde sua empresa, a Trindade Investimentos, aparece em nada menos que 18 citações; de acordo com o depoimento de Expedito Machado, filho de Sergio Machado, esta empresa recebeu cerca de R$ 30 milhões do esquema conhecido como "petrolão"; o furo é da jornalista Julia Dualibi, da revista Piauí (Foto: Leonardo Attuch)

SP 247 – Em outubro do ano passado, o ex-ministro Alexandre Padilha, responsável pelo programa Mais Médicos, foi alvo de uma agressão em São Paulo, protagonizada pelo empresário Danillo Amaral (leia mais aqui).

Agora, graças a um furo de reportagem da jornalista Julia Duaibi, repórter da revista Piauí, sabe-se que Danilo Amaral é um dos protagonistas da delação premiada da família de Sergio Machado, ex-presidente da Transpetro.

Sua empresa, a Trindade Investimentos, aparece em nada menos que 18 citações. De acordo com o depoimento de Expedito Machado, filho de Sergio Machado, esta empresa recebeu cerca de R$ 30 milhões do esquema conhecido como "petrolão".

"A Trindade Investimentos começou a ser usada para receber os recursos ilícitos depois que as empreiteiras, donas de contratos com a Transpetro, resolveram não pagar propina no exterior nem em espécie. “Foi uma forma que o depoente encontrou à época para receber valores decorrentes de vantagens ilícitas de fornecedores da Transpetro com os quais seu pai estava tendo dificuldade no recebimento”, diz a delação de Did, responsável por operar o esquema de lavagem do dinheiro do pai", diz a reportagem de Julia Dualibi.

"Amaral presidiu a BRA, empresa de transporte aéreo, foi entusiasta de grupos defensores do impeachment, como Movimento Brasil Livre, e vestiu uma camiseta de Friedrich Hayek – economista austríaco defensor do liberalismo – para ir às manifestações contra Dilma, durante as quais, é claro, se mostrou indignado com a corrupção", escreve ela em outro trecho (leia, aqui, a íntegra).

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