AL é o segundo estado em emprego formal

De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), Alagoas é o estado que apresentou o segundo maior saldo no ranking de contratações formais no Brasil no mês de setembro; foram 19.658 admitidos e 8.451 desligamentos; setores econômicos que mais se destacaram foram os da indústria da transformação e o de serviços

De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), Alagoas é o estado que apresentou o segundo maior saldo no ranking de contratações formais no Brasil no mês de setembro; foram 19.658 admitidos e 8.451 desligamentos; setores econômicos que mais se destacaram foram os da indústria da transformação e o de serviços
De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), Alagoas é o estado que apresentou o segundo maior saldo no ranking de contratações formais no Brasil no mês de setembro; foram 19.658 admitidos e 8.451 desligamentos; setores econômicos que mais se destacaram foram os da indústria da transformação e o de serviços (Foto: Voney Malta)
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Pinehas Furtado/agenciaalagoas - Alagoas é o estado que apresentou o segundo maior saldo no ranking de contratações formais no Brasil no mês de setembro. Nesse período, o mercado de trabalho formal alagoano teve um total de 19.658 admitidos e 8.451 desligamentos, resultando um saldo positivo de 11.207 novos postos de trabalho. Isso significa um aumento de 3,27% em relação ao estoque de empregos formais do mês de agosto.

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados na última sexta-feira (23) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), mostraram uma retomada do emprego formal no estado para o mês de setembro. Os dados mostram que Alagoas só fica atrás de Pernambuco, cujo saldo positivo de contratações foi de 15.248, resultado que levou o estado vizinho a liderar o ranking nacional.

Os setores econômicos que mais se destacaram para impulsionar o saldo positivo de empregabilidade em Alagoas foram os da indústria da transformação, representada principalmente pela atividade canavieira, devido ao período da safra da cana de açúcar, e o de serviços. Este último apresentou uma reabilitação importante com um saldo positivo de 903 novos postos de trabalho.

Para o secretário de Estado do Trabalho e Emprego, Rafael Brito, a sinalização, por meio dos números, do início da recuperação da economia alagoana é resultado de uma política de desenvolvimento, com atração de novos negócios, do Governo de Alagoas para enfrentar a crise financeira pela qual passa o país.

"Nos últimos 12 meses, o país perdeu um milhão de postos de trabalho, enquanto o Nordeste perdeu cerca de 150 mil empregos. E, nesse mesmo período, Alagoas apresentou um saldo positivo de mais de 4 mil contratações. Uma demonstração de que, mesmo com todas as dificuldades, o Estado vem na contra mão dessa crise, gerando empregos e oportunidade para o trabalhador alagoano", declarou.

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