AL tem taxa de desemprego acima de 11%

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), as maiores taxas de desocupação no ano passado foram constatadas no Amapá (12,5%), na Bahia (12,2%) e no Rio Grande do Norte (12,1%); os outros estados que registraram taxa de desocupação acima de 10% foram Alagoas (11,4%), Pernambuco (11%) e São Paulo (10,1%)

Na foto fila do desemprego -  carteira de trabalho.
29/10/2013
Foto: Divulgaçao
Na foto fila do desemprego - carteira de trabalho. 29/10/2013 Foto: Divulgaçao (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - Seis estados encerraram o último trimestre de 2015 com a taxa de desocupação acima dos dois dígitos. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta terça-feira (15), as maiores taxas de desocupação no ano passado foram constatadas no Amapá (12,5%), na Bahia (12,2%) e no Rio Grande do Norte (12,1%). Pelos números, os outros estados que registraram taxa de desocupação acima de 10% foram Alagoas (11,4%), Pernambuco (11%) e São Paulo (10,1%).

Os dados atestam que o mercado de trabalho mostrou uma forte deterioração ao longo do ano passado. Com a retração da economia brasileira, os analistas começaram a prever ainda em 2015 que a taxa de desocupação iria superar os dois dígitos mais cedo ou mais tarde neste ano. No 4º trimestre de 2015, a taxa de desocupação para o Brasil (9,0%) mostrou estabilidade em relação ao 3º tri de 2015 (8,9%) e cresceu 2,5 pontos percentuais (p.p.) frente ao 4º trimestre de 2014 (6,5%).

O IBGE estima em 8,6 milhões o número de desocupados no ano passado, uma alta de 27,4% em relação aos 6,7 milhões de 2014. Já a população ocupada ficou estável em 92,1 milhões. A pesquisa mostrou ainda que houve queda de cerca de 900 mil no número de empregados com carteira assinada no setor privado, passando de 36,6 milhões em 2014 para 35,7 milhões em 2015. 

Já o rendimento médio mensal se manteve praticamente estável, passando de R$ 1.947 para R$ 1.944, mesmo movimento da massa de rendimento real habitual, que passou de R$ 173.577 bilhões para R$ 173.570 bilhões. Os dados do período de outubro a dezembro mostram que o desemprego foi ficando mais intenso ao longo do ano. A taxa de 9% do último trimestre ficou acima dos 8,9% registrados nos três meses anteriores. 

Com gazetaweb.com

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