HOME > Geral

Alagoas tem a 3ª maior taxa de desemprego do País

Pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que Alagoas é o estado que apresenta a terceira maior taxa de desemprego do País e tem a quarta pior renda mensal; dados são relativos ao primeiro trimestre deste ano

Pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que Alagoas é o estado que apresenta a terceira maior taxa de desemprego do País e tem a quarta pior renda mensal; dados são relativos ao primeiro trimestre deste ano (Foto: Voney Malta)

Alagoas247 - Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que Alagoas é o estado que apresenta a terceira maior taxa de desemprego do País, ficando atrás apenas do Rio Grande do Norte e da Bahia. Além disso, o estado apresenta uma renda mensal de R$ 1.223, ocupando o quarto lugar. Os dados são relativos ao primeiro trimestre deste ano. 

De acordo com o órgão, os três estados que lideram o ranking nacional são Rio Grande do Norte, com 11,5%, Bahia, 11,3%, e Alagoas, com 11,1%. Por outro lado, o menor nível de desemprego ficou com Santa Catarina (3,9%), seguido por Rondônia (4,4%). A Região Sul é a que tem o menor desemprego (5,1%) e o Nordeste, a maior taxa de desocupação (9,6%). 

Quanto à renda mensal da população, os quatro estados com os piores índices são Maranhão (R$ 946), Piauí (R$ 1.122), Ceará (R$ 1.137) e Alagoas (R$ 1.223). Por outro lado, o maior rendimento mensal ficou com Distrito Federal (R$ 3.406), São Paulo (R$ 2.401), Roraima (R$ 2.146) e Paraná (R$ 2.027). A Região Sudeste é a que apresenta o maior valor mensal (R$ 2116) e o Nordeste (R$ 1251). 

Dados nacionais

A taxa de desocupação, no Brasil, ficou em 7,9% no 1º trimestre de 2015. Esta estimativa apresentou elevação de 1,4 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (6,5%). Quando comparada com o 1º trimestre de 2014 (7,2%), a taxa aumentou 0,8 ponto percentual.

No Centro-Oeste, do 1º trimestre de 2014 para o 1º trimestre de 2015, foi observada elevação de 1,5 ponto percentual na taxa de desocupação e nas regiões Norte e Sudeste, de 1,0 ponto percentual.

As análises apontaram diferenças significativas na taxa de desocupação entre homens e mulheres, comportamento verificado também nas cinco grandes regiões. No 1º trimestre de 2015, a taxa foi estimada em 6,6% para os homens e 9,6% para as mulheres. Já entre os jovens de 18 a 24 anos de idade, a taxa ficou em 17,6%, patamar elevado em relação à taxa média total (7,9%), comportamento verificado, tanto para o Brasil, quanto para as cinco grandes regiões.

A taxa de desocupação para o contingente de pessoas com ensino médio incompleto (14,0%) era superior à verificada para os demais de níveis de instrução. Para o grupo de pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi estimada em 9,1%, praticamente o dobro da verificada para aqueles com nível superior completo (4,6%).

Rendimento médio real fica estável em relação ao 1º tri de 2014

No 1º trimestre de 2015, o rendimento médio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês, pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, com rendimento de trabalho, foi estimado em R$ 1.840. Este resultado em relação ao mesmo trimestre de 2014 (R$ 1.840) foi considerado estável. Na comparação com o trimestre anterior (R$ 1.825), houve alta de 0,8%.

No 1º trimestre de 2015, a massa de rendimento médio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês, pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, com rendimento de trabalho, foi estimada em R$ 163,8 bilhões, estável em relação ao trimestre anterior (R$ 164,2 bilhões). Na comparação com o mesmo trimestre de 2014 (R$ 162,3 bilhões), esta estimativa caiu 0,9%.

No Brasil, no 1º trimestre de 2015, 39,0% das pessoas em idade de trabalhar foram classificadas como fora da força de trabalho, ou seja, aquelas que não estavam ocupadas nem desocupadas na semana de referência da pesquisa.

A região Nordeste foi a que apresentou a maior parcela de pessoas fora da força de trabalho (43,1%). As regiões Sul (36,2%) e Centro-Oeste (34,9%) tiveram os menores percentuais. Esta configuração não se alterou significativamente ao longo da série histórica disponível.

Com gazetaweb.com