Alckmin cai 4 pontos, mas venceria em 1º turno

Pesquisa Datafolha para eleição em São Paulo mantém favoritismo de governador tucano; Geraldo Alckmin perdeu quatro pontos em relação à semana passada, mas, com 49%, assegura vantagem de 27 pontos sobre Paulo Skaf, do PMDB

Pesquisa Datafolha para eleição em São Paulo mantém favoritismo de governador tucano; Geraldo Alckmin perdeu quatro pontos em relação à semana passada, mas, com 49%, assegura vantagem de 27 pontos sobre Paulo Skaf, do PMDB
Pesquisa Datafolha para eleição em São Paulo mantém favoritismo de governador tucano; Geraldo Alckmin perdeu quatro pontos em relação à semana passada, mas, com 49%, assegura vantagem de 27 pontos sobre Paulo Skaf, do PMDB (Foto: Aline Lima)

247 – O governador Geraldo Alckmin continua podendo achar que sairá das eleições como o grande vitorioso do PSDB. Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira 10 mostrou que, apesar de ter perdido quatro pontos sobre o levantamento da semana passada, ainda assim venceria em primeiro turno a disputa. Alckmin marcou 49%, contra 22% para Paulo Skaf, do PMDB, e 9% para Alexandre Padilha, do PT. A aprovação do governo dele manteve-se inalterada, com 46% de indicações ótimo e bom, com 47% na pesquisa anterior.

O resultado indica que Alckmin vai chegando a um ponto no qual apenas um grande fato novo poderá tirar seu favoritismo. Ele já vem sofrendo ataques tanto de Skaf, quanto de Padilha, em questão decisivas como segurança pública e mobilidade urbana. Ainda assim, porém, se mantém seguro na primeira colocação.

A estabilidade está se mostrando uma característica da campanha eleitoral paulista. Os números, com ligeiras alterações, têm sido bastante parecidos com os dos primeiros levantamentos, nos quais Alckmin sempre apareceu na frente. O dado que intriga os observadores é a manutenção da dificuldade do ex-ministro Alexandre Padilha em alcançar o patamar dos dez pontos nas pesquisas. Outra vez. neste Datafolha, apesar de ter ganhado dois pontos sobre a pesquisa anterior, Padilha marcou apenas 9%, insuficientes para que ele se qualifique, neste momento, como alternativa a Skaf.

O presidente da Fiesp, ppr sua vez, vai se mantendo na casa dos vinte pontos, o que já é um resultado significativo para sua primeira tentativa de chegar ao governo do Estado, após tentar a Prefeitura de São Paulo dois anos atrás. Mesmo assim, não está conseguindo provocar a ameaça real de um segundo turno. Skaf tem sido um crítico de Alckmin até mais duro do que se esperava que Padilha fosse, mas o governador vai se mostrando um autêntico "candidato teflon", daqueles em que as críticas não fazem efeito significativo.

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