Alckmin critica invasões dos sem-terra em São Paulo

Em nota, Instituto de Terras do Estado (Itesp), do governo paulista, diz ser "contra as ocupações" de terras ocorridas neste final de semana no interior do estado, movimento chamado pelos sem-terra de 'Carnaval vermelho'; texto diz que governo está aberto ao diálogo e que desapropriação de terras para assentamentos é responsabilidade da União

Em nota, Instituto de Terras do Estado (Itesp), do governo paulista, diz ser "contra as ocupações" de terras ocorridas neste final de semana no interior do estado, movimento chamado pelos sem-terra de 'Carnaval vermelho'; texto diz que governo está aberto ao diálogo e que desapropriação de terras para assentamentos é responsabilidade da União
Em nota, Instituto de Terras do Estado (Itesp), do governo paulista, diz ser "contra as ocupações" de terras ocorridas neste final de semana no interior do estado, movimento chamado pelos sem-terra de 'Carnaval vermelho'; texto diz que governo está aberto ao diálogo e que desapropriação de terras para assentamentos é responsabilidade da União (Foto: Ana Pupulin)
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247 – O Instituto de Terras do Estado de São Paulo, do governo Geraldo Alckmin (PSDB), criticou em nota as invasões de 21 fazendas por movimentos sem-terra na região Oeste do estado neste final de semana. A mobilização foi chamada de 'Carnaval vermelho' pela Frente Nacional de Lutas (FNL).

No texto, o Itesp afirma ser "contra as ocupações" de terras e diz que o governo "desenvolve uma política transparente de implantação de assentamentos e está sempre aberto aos diálogos objetivando soluções pacíficas para questões que envolvem o tema".

O texto responsabiliza ainda a União pela desapropriação de terras consideradas improdutivas para a implantação de assentamentos rurais, por meio do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). A nota também afirma que estão em andamento projetos e acordos para novos assentamentos.

A mobilização é articulada por José Rainha Junior, hoje no MST Base, movimento dissidente do MST. Ontem, ele declarou que as ocupações têm como objetivo pedir a retomada da reforma agrária e a criação de novos assentamentos, além da melhoria dos atuais (leia mais aqui).

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