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Alckmin determina corte de 15% em contratos

Tentando reduzir o custo da máquina em pelo R$ 200 milhões, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) determinou que contratos do governo do Estado acima de R$ 750 mil deverão ter o custo reduzido em pelo menos 15%; cortes abrangem gastos com informática, telefonia, limpeza, manutenção predial, controle de portarias de edifícios e vigilância patrimonial; Alckmin também manteve o bloqueio a novas aquisições e locações de imóveis e de veículos e contratações de serviços de consultoria pelo poder público

Tentando reduzir o custo da máquina em pelo R$ 200 milhões, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) determinou que contratos do governo do Estado acima de R$ 750 mil deverão ter o custo reduzido em pelo menos 15%; cortes abrangem gastos com informática, telefonia, limpeza, manutenção predial, controle de portarias de edifícios e vigilância patrimonial; Alckmin também manteve o bloqueio a novas aquisições e locações de imóveis e de veículos e contratações de serviços de consultoria pelo poder público (Foto: Aquiles Lins)

SP 247 - Governador Geraldo Alckmin (PSDB) determinou que contratos do governo do Estado acima de R$ 750 mil deverão ter o custo reduzido em pelo menos 15%. Os cortes abrangem contratos de custeio da máquina pública, como gastos com informática, telefonia, limpeza, manutenção predial, controle de portarias de edifícios e vigilância patrimonial.

Alckmin também manteve o bloqueio a novas aquisições e locações de imóveis e de veículos e contratações de serviços de consultoria pelo poder público, entre outros. A economia prevista com essa medida é de R$ 200 milhões.

As secretarias de governo têm um prazo de 90 dias contados a partir da quarta-feira (6) para apresentar um relatório com as reduções de gasto a um comitê formado pelas secretarias de Governo, Casa Civil, Fazenda, Planejamento e Procuradoria Geral do Estado.

Desde janeiro do ano passado São Paulo implementou ações que permitiram economia de R$ 640 milhões em despesas com custeio: gastos com abastecimento de água caíram 28%; passagens e diárias, -31%; locação de automóveis, -9%; aluguéis, -7%; telefonia, -6%; e combustíveis, -3%. Além dos cortes em custeio, São Paulo extinguiu a Fundap, Cepam, Sutaco, Cpetur e Ceret.