Alckmin esnoba Temer: “quem disse que sou contra o desembarque”?

Ontem, o governador de São Paulo mandou o prefeito João Doria acalmar a rebelião das bases do tucanato, que queria abandonar o governo Temer; hoje, Geraldo Alckmin saiu pelo outro lado: "Quem disse que eu sou contra o desembarque? Se você pegar as minhas declarações lá atrás eu disse que o partido deveria apoiar o governo, as medidas de interesse para o país, sem necessariamente participar com ministro"; jornalista Fernando Brito diz que Alckmin "vai mostrando que tucano profissional sabe o poder do muro"

Ontem, o governador de São Paulo mandou o prefeito João Doria acalmar a rebelião das bases do tucanato, que queria abandonar o governo Temer; hoje, Geraldo Alckmin saiu pelo outro lado: "Quem disse que eu sou contra o desembarque? Se você pegar as minhas declarações lá atrás eu disse que o partido deveria apoiar o governo, as medidas de interesse para o país, sem necessariamente participar com ministro"; jornalista Fernando Brito diz que Alckmin "vai mostrando que tucano profissional sabe o poder do muro"
Ontem, o governador de São Paulo mandou o prefeito João Doria acalmar a rebelião das bases do tucanato, que queria abandonar o governo Temer; hoje, Geraldo Alckmin saiu pelo outro lado: "Quem disse que eu sou contra o desembarque? Se você pegar as minhas declarações lá atrás eu disse que o partido deveria apoiar o governo, as medidas de interesse para o país, sem necessariamente participar com ministro"; jornalista Fernando Brito diz que Alckmin "vai mostrando que tucano profissional sabe o poder do muro" (Foto: Gisele Federicce)

Por Fernando Brito, do Tijolaço

O governador Geraldo Alckmin vai mostrando que tucano profissional sabe o poder do muro.

Ontem, mandou o prefeito João Doria de menino de recados acalmar a rebelião das bases do tucanato, que queria abandonar o governo Temer, marcando o prefeito como “temerista”.

Hoje, à imprensa, saiu pelo outro lado:

“Quem disse que eu sou contra o desembarque? Se você pegar as minhas declarações lá atrás eu disse que o partido deveria apoiar o governo, as medidas de interesse para o país, sem necessariamente participar com ministro”.

Portanto, deixa aberta a porta para pedir a saída dos ministros tucanos do governo e, com isso, puxar o tapete de temer e chamar a si o comando do PSDB.

A vingança de Alckmin não é um prato frio, é uma refeição que ele pôs no freezer há anos.

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