Alckmin: impeachment não está em discussão

Após reunião com a presidente Dilma Rousseff para discutir propostas do pacto federativo, governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), recuou no golpismo de seu partido; declarou apoio à reforma do ICMS do governo e disse que o afastamento de Dilma “não está em discussão neste momento. Importante agora é investigação, investigação, investigação. Nós somos cumpridores da Constituição”; ele também se mostra contra participar de eventual governo de coalizão do vice-presidente Michel Temer: “O poder, reafirma ele, só deve ser conquistado pelas urnas”

Após reunião com a presidente Dilma Rousseff para discutir propostas do pacto federativo, governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), recuou no golpismo de seu partido; declarou apoio à reforma do ICMS do governo e disse que o afastamento de Dilma “não está em discussão neste momento. Importante agora é investigação, investigação, investigação. Nós somos cumpridores da Constituição”; ele também se mostra contra participar de eventual governo de coalizão do vice-presidente Michel Temer: “O poder, reafirma ele, só deve ser conquistado pelas urnas”
Após reunião com a presidente Dilma Rousseff para discutir propostas do pacto federativo, governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), recuou no golpismo de seu partido; declarou apoio à reforma do ICMS do governo e disse que o afastamento de Dilma “não está em discussão neste momento. Importante agora é investigação, investigação, investigação. Nós somos cumpridores da Constituição”; ele também se mostra contra participar de eventual governo de coalizão do vice-presidente Michel Temer: “O poder, reafirma ele, só deve ser conquistado pelas urnas” (Foto: Roberta Namour)

247 – Após reunião com a presidente Dilma Rousseff para discutir propostas do pacto federativo, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), declarou apoio à reforma do ICMS do governo e recuou no golpismo de seu partido contra a presidente Dilma Rousseff.

“O impeachment não está em discussão neste momento. Importante agora é investigação, investigação, investigação. Nós somos cumpridores da Constituição”, disse o tucano ao colunista Tales Faria (aqui).

Alckmin também se mostra contra participar de eventual governo de coalizão do vice-presidente Michel Temer: “O poder, reafirma ele, só deve ser conquistado pelas urnas”. Segundo a jornalista Mônica Bergamo, o tucano analisa que a participação do PSDB num governo de coalizão com o PMDB só teria um beneficiado -o próprio PMDB. “Temer, em caso de sucesso, dificilmente abriria mão de ser candidato à Presidência em 2018, deixando os tucanos a reboque”, diz.

Quanto ao ajuste fiscal, ao lado dos demais governadores do Sudeste — Pezão (PMDB-RJ), Fernando Pimentel (PT-MG) e Paulo Hartung (PMDB-ES), ele disse: "Somos favoráveis à reforma do ICMS, à repatriação do dinheiro que está lá fora para o país e à criação de dois fundos: o de compensação para os Estados que perdem receitas e o fundo para alavancar o desenvolvimento", explicou o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

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