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Alckmin pede rapidez, mas não afasta secretários

Governador de São Paulo pediu agilidade com as investigações sobre o caso do cartel em licitações do metrô e trens em São Paulo para acabar com o "tormento na vida das pessoas"; declaração é feita um dia depois que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu para que o STF investigasse dois secretários de Geraldo Alckmin (PSDB): o tucano José Aníbal (Energia) e Rodrigo Garcia (Desenvolvimento Econômico), do DEM; para Janot, há "fortes indícios" de pagamento de propina pela Siemens aos dois

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Governador de São Paulo pediu agilidade com as investigações sobre o caso do cartel em licitações do metrô e trens em São Paulo para acabar com o "tormento na vida das pessoas"; declaração é feita um dia depois que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu para que o STF investigasse dois secretários de Geraldo Alckmin (PSDB): o tucano José Aníbal (Energia) e Rodrigo Garcia (Desenvolvimento Econômico), do DEM; para Janot, há "fortes indícios" de pagamento de propina pela Siemens aos dois (Foto: Gisele Federicce)
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SP 247 – O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), voltou a defender nesta quarta-feira agilidade na investigação do esquema de cartel e propina em licitações do metrô e da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) em São Paulo, para acabar com o "tormento na vida das pessoas".

"O que eu tenho feito: defendido a investigação e que ela seja rápida para não ficar esse tormento na vida das pessoas", disse o tucano, em cerimônia com militares no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo.

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A declaração faz referência ao pedido feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para que o Supremo Tribunal Federal (STF) investigue dois secretários de Alckmin: o tucano José Aníbal, que comanda a pasta de Energia, e Rodrigo Garcia, do Desenvolvimento Econômico, filiado ao DEM.

Em ofício ao STF, Janot afirmou que "há fortes indícios de existência do esquema de pagamento de propina pela Siemens a agentes públicos vinculados ao Metrô de São Paulo". Ele sugeriu ainda que o Supremo desmembre o inquérito para que apenas as investigações relacionadas a Aníbal e Garcia continuem na corte. Em nota, Aníbal disse ser vítima do que considera ser uma "máquina de moer reputações" (leia aqui).

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O governador não citou a possibilidade de afastamento dos secretários. Alckmin disse confiar nas instituições que estão tocando a investigação, mas acrescentou que é preciso manter cautela, uma vez que parte dela estaria fundamentada na "palavra de uma única pessoa". O tucano fazia referência ao ex-diretor da Siemens Everton Rheinheimer, delator do esquema à Polícia Federal e ao Ministério Público.

"Nós confiamos nas instituições. Sempre defendemos as investigações. Agora tem a palavra de uma única pessoa, o que existe é isso. Vamos aguardar a decisão que será tomada pelo STF", declarou Geraldo Alckmin.

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