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Alckmin retoma cobrança de imposto e preço da carne deve subir em SP

Consumidores de carne no estado de São Paulo devem encontrar o produto mais caro a partir deste sábado, 1º; é que nesta data entra em vigor o retorno da cobra do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a carne, determinado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB); comércio varejista, como supermercados e açougues, terá que recolher 11% do imposto; já os frigoríficos ganham desconto na hora de comprar os produtos e, depois, recolhem o ICMS na revenda, sendo tributados num total de 4%

Consumidores de carne no estado de São Paulo devem encontrar o produto mais caro a partir deste sábado, 1º; é que nesta data entra em vigor o retorno da cobra do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a carne, determinado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB); comércio varejista, como supermercados e açougues, terá que recolher 11% do imposto; já os frigoríficos ganham desconto na hora de comprar os produtos e, depois, recolhem o ICMS na revenda, sendo tributados num total de 4% (Foto: Aquiles Lins)

SP 247 - Consumidores de carne no estado de São Paulo devem encontrar o produto mais caro a partir deste sábado, 1º. É que nesta data entra em vigor o retorno da cobra do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a carne, determinado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB). 

O comércio varejista, como supermercados e açougues, terá que recolher 11% do imposto. Já os frigoríficos também vão pagar a conta, mas de forma diferente: ganham desconto na hora de comprar os produtos e, depois, recolhem o ICMS na revenda. Eles serão tributados em um total de 4%. 

A Secretaria Estadual da Fazenda afirmou que a crise econômica motivou a revisão de alguns benefícios concedidos, e que o ajuste no imposto sobre a carne mantém um patamar reduzido de tributação - um dos mais baixos do país, segundo a pasta.

"Esse aumento deve ser mais ou menos de uns 8 a 9%, imaginando que uma parte desse aumento de impostos vai ser absorvida pelo varejo, pelo supermercado, o açougue. Provavelmente, eles não vão conseguir repassar tudo, porque senão os preços sobem muito e aí as pessoas começam a demandar muito menos carne", afirmou ao G1 a professora de economia do Insper, Juliana Inhasz.