Alckmin veta projeto que proíbe balas de borracha

O governador Geraldo Alckmin vetou o projeto aprovado pela Assembleia Legislativa de São Paulo que prevê proibição do uso de bala de borracha pelos policiais civis e militares; ele argumenta que a polícia necessita de liberdade para realizar seu trabalho; "A polícia tem protocolos. Precisa ter liberdade dentro dos seus protocolos de trabalho, dentro da sua competência, para poder administrar a maneira como estabelece a ordem pública"

O governador Geraldo Alckmin vetou o projeto aprovado pela Assembleia Legislativa de São Paulo que prevê proibição do uso de bala de borracha pelos policiais civis e militares; ele argumenta que a polícia necessita de liberdade para realizar seu trabalho; "A polícia tem protocolos. Precisa ter liberdade dentro dos seus protocolos de trabalho, dentro da sua competência, para poder administrar a maneira como estabelece a ordem pública"
O governador Geraldo Alckmin vetou o projeto aprovado pela Assembleia Legislativa de São Paulo que prevê proibição do uso de bala de borracha pelos policiais civis e militares; ele argumenta que a polícia necessita de liberdade para realizar seu trabalho; "A polícia tem protocolos. Precisa ter liberdade dentro dos seus protocolos de trabalho, dentro da sua competência, para poder administrar a maneira como estabelece a ordem pública" (Foto: Romulo Faro)
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SP 247 - O governador Geraldo Alckmin (PSDB), de São Paulo, antecipou ontem (19) que vetou o projeto aprovado pela Assembleia Legislativa do estado (Alesp), que proibia o uso de bala de borracha pelos policiais civis e militares. O veto está publicado hoje (20) no Diário Oficial do Estado, segundo a assessoria de imprensa do Palácio dos Bandeirantes.

Alckmin argumenta que a polícia necessita de liberdade para realizar seu trabalho. "A polícia tem protocolos. Precisa ter liberdade dentro dos seus protocolos de trabalho, dentro da sua competência, para poder administrar a maneira como estabelece a ordem pública, protege os cidadãos", disse.

A Alesp aprovou o projeto de lei - de autoria da bancada do PT - em 3 de dezembro, e encaminhou para sanção ou veto do governador. Na época, em justificativa, o líder do partido na assembleia, João Paulo Rillo, observou que muitas pessoas atingidas por esse tipo de munição sofreram ferimentos graves.

"O direito à livre manifestação é um imperativo da lei. O fato de jornalistas perderem a visão durante as manifestações de junho obrigou os parlamentares a dar uma resposta à altura", declarou.

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