ALE prepara reação contra privatizações de Temer em AL

A Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE) vai realizar uma série de atividades contra o projeto de privatização de empresas que atuam no estado, como a Eletrobras e a Chesf; audiências públicas sobre o tema estão sendo organizadas, mas os parlamentares já apontam que são contrários a essas iniciativas; os deputados estaduais reclamam da postura patrocinada pelo presidente Michel Temer (PMDB) e dizem que as estatais estão sendo vendidas a preço de banana; "Desde 1953 até a década de 90, a Chesf investiu R$ 81 bilhões na construção de hidrelétricas, que hoje já se encontram pagas e em operação. No entanto, eles querem vender tudo por R$ 15 bilhões, um valor muito abaixo da realidade", reclamou Inácio Loiola (PSB)

A Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE) vai realizar uma série de atividades contra o projeto de privatização de empresas que atuam no estado, como a Eletrobras e a Chesf; audiências públicas sobre o tema estão sendo organizadas, mas os parlamentares já apontam que são contrários a essas iniciativas; os deputados estaduais reclamam da postura patrocinada pelo presidente Michel Temer (PMDB) e dizem que as estatais estão sendo vendidas a preço de banana; "Desde 1953 até a década de 90, a Chesf investiu R$ 81 bilhões na construção de hidrelétricas, que hoje já se encontram pagas e em operação. No entanto, eles querem vender tudo por R$ 15 bilhões, um valor muito abaixo da realidade", reclamou Inácio Loiola (PSB)
A Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE) vai realizar uma série de atividades contra o projeto de privatização de empresas que atuam no estado, como a Eletrobras e a Chesf; audiências públicas sobre o tema estão sendo organizadas, mas os parlamentares já apontam que são contrários a essas iniciativas; os deputados estaduais reclamam da postura patrocinada pelo presidente Michel Temer (PMDB) e dizem que as estatais estão sendo vendidas a preço de banana; "Desde 1953 até a década de 90, a Chesf investiu R$ 81 bilhões na construção de hidrelétricas, que hoje já se encontram pagas e em operação. No entanto, eles querem vender tudo por R$ 15 bilhões, um valor muito abaixo da realidade", reclamou Inácio Loiola (PSB) (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - A Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE) vai realizar uma série de atividades contra o projeto de privatização de empresas que atuam no estado, como a Eletrobras e a Chesf. Na sessão ordinária da tarde desta terça-feira (3), os deputados reagiram à postura patrocinada pelo presidente Michel Temer (PMDB) e disseram que as estatais estão sendo vendidas a preço de banana. A Casa de Tavares Bastos deve promover uma audiência pública sobre o tema, mas os parlamentares já apontam que são contrários a essas iniciativas. 

A ideia da sessão foi apresentada durante a fala do deputado Francisco Tenório (PMN). Para o parlamentar, o presidente Michel Temer não tem legitimidade para promover a venda do patrimônio brasileiro. O deputado acredita que, durante a discussão do tema na Casa, uma proposta contrária à privatização pode surgir, ofertando à sociedade alagoana algo para se mobilizar.

"Não vejo o presidente Temer com apoio e legitimidade para vender o patrimônio brasileiro. Eles querem vender todo esse patrimônio para cobrir o rombo num momento de crise financeira. Eu acredito que este não é o caminho, pelo contrário", expôs Chico Tenório, que foi acompanhado por outros colegas de plenário durante a discussão do tema na Casa de Tavares Bastos.

Por sua vez, o deputado Inácio Loiola (PSB) lembrou que os valores apresentados para venda do patrimônio brasileiro são muito baixos, sobretudo porque tudo o que está na mira do empresariado encontra-se pago e operante. "Desde 1953 até a década de 90, a Chesf investiu R$ 81 bilhões na construção de hidrelétricas, que hoje já se encontram pagas e em operação. No entanto, eles querem vender tudo por R$ 15 bilhões, um valor muito abaixo da realidade", frisou Inácio.

Economistas contrários à privatização defendem que todas as estatais que estão na mira dão lucros e que, na verdade, a estratégia é sucatear as empresas e apresentar a privatização como solução para ausência de rentabilidade e problemas no serviço. A audiência pública deve acontecer no dia 17 deste mês. 

Com gazetaweb.com

 

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