Aleluia comemora 'final feliz' em acordo da Chesf

"Conseguimos evitar a demissão de milhares de trabalhadores no Nordeste e, principalmente, na Bahia, com o acordo que prorroga o contrato da Chesf com a indústria eletrointensiva nordestina até 2037", comemora o presidente do DEM na Bahia, deputado federal José Carlos Aleluia; ele diz que 'lutou muito', segundo sua assessoria, para que "o impasse criado pela presidente Dilma Rousseff terminasse em final feliz"

"Conseguimos evitar a demissão de milhares de trabalhadores no Nordeste e, principalmente, na Bahia, com o acordo que prorroga o contrato da Chesf com a indústria eletrointensiva nordestina até 2037", comemora o presidente do DEM na Bahia, deputado federal José Carlos Aleluia; ele diz que 'lutou muito', segundo sua assessoria, para que "o impasse criado pela presidente Dilma Rousseff terminasse em final feliz"
"Conseguimos evitar a demissão de milhares de trabalhadores no Nordeste e, principalmente, na Bahia, com o acordo que prorroga o contrato da Chesf com a indústria eletrointensiva nordestina até 2037", comemora o presidente do DEM na Bahia, deputado federal José Carlos Aleluia; ele diz que 'lutou muito', segundo sua assessoria, para que "o impasse criado pela presidente Dilma Rousseff terminasse em final feliz" (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - "Conseguimos evitar a demissão de milhares de trabalhadores no Nordeste e, principalmente, na Bahia, com o acordo que prorroga o contrato da Chesf com a indústria eletrointensiva nordestina até 2037", comemora o presidente do DEM na Bahia, deputado federal José Carlos Aleluia. Ele diz que 'lutou muito', segundo sua assessoria, para que "o impasse criado pela presidente Dilma Rousseff terminasse em final feliz".

"A presidente Dilma vetou a emenda aprovada no Congresso que prorrogava o contrato e garantia o fornecimento de energia a custo competitivo às indústrias do Nordeste, mas trabalhamos exaustivamente para reverter essa medida intempestiva", afirma Aleluia.

Segundo o deputado, a região nordestina "não podia sofrer a tragédia" da desativação dessas empresas, que movimentam R$ 16 bilhões e alimentam uma cadeia produtiva geradora de mais de 150 mil empregos.

"Se já não vivemos no melhor dos mundos atualmente, com o desemprego grassando por todos os lados, imagine se não houvesse a prorrogação desse contrato, que expiraria no próximo dia 30 de junho", diz Aleluia.

No acordo que resultou na renovação da contratação especial, houve o reajuste nas tarifas, mas inferiores aos valores praticados pelo mercado. Também foi estabelecida a criação de um fundo de investimento em energia.

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