Alexandre Porto: veto de Dilma sobre multa do FGTS é desrespeitoso

Presidente da Associação Comercial e Empresarial de Sergipe (Acese) criticou veto da presidente Dilma Rousseff (PT) ao projeto de lei complementar (PLP 200/12) que extinguia a multa de 10% sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de trabalhadores, nos casos de demissão sem justa causa;  “Vamos agora para a próxima luta, derrubar o veto da presidente Dilma e mostrar ao seu Governo que quem manda no país é o povo. Nós empresários temos estado muito passivos, aceitando tudo, temos muitas questões para defender e lutar", disse Porto

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Sergipe 247 - A presidente Dilma Rousseff vetou o Projeto de Lei Complementar (PLP 200/12) que extinguia a multa de 10% sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de trabalhadores, nos casos de demissão sem justa causa. A decisão foi publicada na edição desta quinta-feira (25), do Diário Oficial da União. No dia 3 de julho, o texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados com mais de 300 votos a favor.

Diante desse fato, o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Sergipe (Acese), Alexandre Porto, demonstrou em rede social, a indignação do setor empresarial após o veto. Decepcionado, Porto lamentou a decisão da presidente e classificou o ato como desrespeitoso. “Quero aqui demonstrar toda a minha indignação à presidente Dilma pelo veto ao projeto que derruba a multa de 10% do FGTS. O ato de Dilma é um desrespeito a quem constrói esse País que somos nós, o setor produtivo.”, disse.

Alexandre Porto conclamou empresários sergipanos, para juntos lutarem na tentativa de derrubar o veto. “Vamos agora para a próxima luta, derrubar o veto da presidente Dilma e mostrar ao seu Governo que quem manda no país é o povo. Nós empresários temos estado muito passivos, aceitando tudo, temos muitas questões para defender e lutar: acabar com essa multa de 10% do FGTS; acabar com a substituição tributaria nas MPE´s seja de ICMS, seja de ISS, implantar o código de defesa do contribuinte para sermos mais respeitados pelos fiscais; reduzir as altas multas e juros por atraso no pagamento dos impostos e tantas outras lutas. Vamos à luta!”, disse Porto.

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