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"Aliança Aezão não é caso isolado. É tendência"

Aliança 'Aezão', no Rio de Janeiro, terceiro maior colégio eleitoral do país, "fortalece a candidatura do senador Aécio Neves (PSDB) em nível nacional"; avaliação é do líder do PSDB na Câmara, deputado Antônio Imbassahy; "A aliança garantirá a Aécio o apoio e a estrutura de 18 partidos no estado que é o terceiro maior colégio eleitoral. A candidatura de Dilma é a grande prejudicada, já que perdeu o palanque do PMDB, que é seu aliado de primeira hora no plano nacional, e o do PT está enfraquecido e dividido"

Aliança 'Aezão', no Rio de Janeiro, terceiro maior colégio eleitoral do país, "fortalece a candidatura do senador Aécio Neves (PSDB) em nível nacional"; avaliação é do líder do PSDB na Câmara, deputado Antônio Imbassahy; "A aliança garantirá a Aécio o apoio e a estrutura de 18 partidos no estado que é o terceiro maior colégio eleitoral. A candidatura de Dilma é a grande prejudicada, já que perdeu o palanque do PMDB, que é seu aliado de primeira hora no plano nacional, e o do PT está enfraquecido e dividido" (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - O Líder do PSDB na Câmara, deputado baiano Antônio Imbassahy, avalia que a aliança 'Aezão', no Rio de Janeiro, terceiro maior colégio eleitoral do país, "fortalece a candidatura do senador Aécio Neves (PSDB) em nível nacional" e reflete que "o alinhamento dos partidos em torno do nome do tucano nos estados também é movido pelo sentimento de mudança".

A adesão do DEM, PSDB e PPS na coligação do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), que concorrerá à reeleição, foi anunciada ontem (23). O ex-governador Sérgio Cabral abriu mão da candidatura ao Senado em favor de César Maia, do DEM. Aliança consolida o movimento Aezão, criado por peemedebistas para pedir votos a Aécio e Pezão.

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Segundo Imbassahy, Aécio foi o maior beneficiado diante da presidente Dilma Rousseff, que tentará se reeleger.

"A aliança garantirá a Aécio o apoio e a estrutura de 18 partidos no estado que é o terceiro maior colégio eleitoral. A candidatura de Dilma é a grande prejudicada, já que perdeu o palanque do PMDB, que é seu aliado de primeira hora no plano nacional, e o do PT está enfraquecido e dividido", avalia o líder tucano.

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Segundo Imbassahy, a formação de aliança nos estados com a participação de partidos da base da presidente Dilma "é uma prova real do enfraquecimento da candidatura petista e também indica que o nome de Aécio é o mais identificado com o desejo de mudança dos brasileiros, captado em todas as pesquisas".

"A queda da candidata Dilma nas pesquisas, o aumento da desaprovação ao seu governo e a consolidação do desejo de mudança fazem com que os partidos se realinhem nos estados, independente da coligação nacional. A aliança Aezão, no Rio, não é um caso isolado, mas confirma uma tendência. Vejam que aqui na Bahia, a chapa de oposição também reúne o DEM, o PSDB e o PMDB, cujo lema principal é a mudança", diz o tucano.

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