Aliança entre Doria e Bolsonaro é o canto do cisne dos tucanos

Geraldo Alckmin (PSDB) terceirizou a questão sobre a aliança entre João Doria (PSDB) e Jair Bolsonaro (PSL) no estado de São Paulo; o candidato tucano à presidência afirmou que ele não pode responder a essa questão e que ela deve ser feita ao próprio João Doria; o ex-governador declarou: "eu não tenho nenhuma informação a esse respeito. Tem muito fake news [sic]. Estive ontem com João Doria em uma grande passeata e um comício em São Paulo, no Ibirapuera"

 Aliança entre Doria e Bolsonaro é o canto do cisne dos tucanos
Aliança entre Doria e Bolsonaro é o canto do cisne dos tucanos (Foto: LEON RODRIGUES/SECOM)

247 - Geraldo Alckmin (PSDB) terceirizou a questão sobre a aliança entre João Doria (PSDB) e Jair Bolsonaro (PSL) no estado de São Paulo. O candidato tucano à presidência afirmou que ele não pode responder a essa questão e que ela deve ser feita ao próprio João Doria. O ex-governador declarou: "eu não tenho nenhuma informação a esse respeito. Tem muito fake news [sic]. Estive ontem com João Doria em uma grande passeata e um comício em São Paulo, no Ibirapuera". 

A reportagem do jornal O Globo destaca a operação deliberada entre Doria e Bolsonaro em São Paulo que derrubou em grande medida a intenção de voto à candidatura já quase moribunda de Geraldo Alckmin, revelando que há "uma série de mensagens trocadas entre integrantes do PSDB por meio de um grupo de WhatsApp onde o assunto era a aproximação de Doria com pessoas ligadas a Bolsonaro e a consequente queda na popularidade de Alckmin em São Paulo mostrada nas pesquisas. A lista de contatos inclui o coordenador do plano de governo de Alckmin, Luiz Felipe D´Ávila, e o ex-governador e ex-presidente da legenda, Alberto Goldman".

A matéria ainda precisa a origem dos questionamentos - atrasados - a Doria: "a discussão surgiu por conta da divulgação de um cartaz de Doria para promover sua candidatura ao governo paulista na reta final campanha. Nas mensagens trocadas pelo grupo tucano, Goldman critica a falta de qualquer referência ao candidato a presidente e ao partido no material de campanha. Goldman chega a dizer na conversa que 'não se poderia mesmo esperar dele (Doria) nada nem partidária nem eticamente aceitável' e que essa atitude 'é a expressão do seu caráter'."

O ninho tucano vai se canibalizando em meio ao processo de auto aniquilação de um partido. 

 

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