Almeida: cabem DEM, PT e PSB na aliança com Jackson

Deputado federal do PMDB defende o nome do governador Jackson Barreto, como parte de uma luta histórica de "uma geração que desejou ver Sergipe construindo a felicidade do seu povo"; ele diz que discussões sobre espaços na chapa majoritária não devem liderar as discussões e afirma que todos os partidos do bloco já foram beneficiados em momentos anteriores; "dessa aliança originária e da possível aliança ampliada que se pretende quem não já foi contemplado e bem contemplado com posições políticas e de governo?", pergunta; para Almeida, entrada do DEM não significa exclusão do PSB

Deputado federal do PMDB defende o nome do governador Jackson Barreto, como parte de uma luta histórica de "uma geração que desejou ver Sergipe construindo a felicidade do seu povo"; ele diz que discussões sobre espaços na chapa majoritária não devem liderar as discussões e afirma que todos os partidos do bloco já foram beneficiados em momentos anteriores; "dessa aliança originária e da possível aliança ampliada que se pretende quem não já foi contemplado e bem contemplado com posições políticas e de governo?", pergunta; para Almeida, entrada do DEM não significa exclusão do PSB
Deputado federal do PMDB defende o nome do governador Jackson Barreto, como parte de uma luta histórica de "uma geração que desejou ver Sergipe construindo a felicidade do seu povo"; ele diz que discussões sobre espaços na chapa majoritária não devem liderar as discussões e afirma que todos os partidos do bloco já foram beneficiados em momentos anteriores; "dessa aliança originária e da possível aliança ampliada que se pretende quem não já foi contemplado e bem contemplado com posições políticas e de governo?", pergunta; para Almeida, entrada do DEM não significa exclusão do PSB (Foto: Valter Lima)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

Sergipe 247 - O deputado federal Almeida Lima (PMDB) concedeu, neste fim de semana, uma entrevista objetiva e lúcida ao Jornal da Cidade, na qual apresentou suas análises em relação ao atual quadro de alianças que poderá se formar em torno do projeto de reeleição do governador Jackson Barreto (PMDB). Em tom moderado, Almeida evitou ataques. E defendeu o nome de JB, como parte de uma luta histórica de "uma geração que desejou ver Sergipe construindo a felicidade do seu povo". Para o parlamentar, as discussões sobre espaços na chapa majoritária não devem liderar as discussões. Ele diz ainda que o PSB não deve deixar base e que o DEM será muito bem-vindo. 

Abaixo os principais trechos da entrevista concedida ao Jornal da Cidade.

Candidatura de Jackson

"A luta pelo poder político do Estado, por princípio, deve ser motivada por um projeto de governo que contemple os interesses desse Estado e do seu povo. Jackson Barreto é mais que signatário desse projeto. A nossa história registra que ao longo desses anos de luta política ele foi o catalisador dos sonhos e dos ideais de mais de uma geração que desejou ver Sergipe construindo a felicidade do seu povo. Jackson se tornou o instrumento político dessa esperança, embora os atropelos da política tenham dificultado e postergado. Circunstância da vida colocou Jackson de volta ao palco no papel principal, e em nome desse projeto que é maior que quaisquer outros interesses, sobretudo os interesses subalternos e pessoais, ele tem o direito e o dever de construir a aliança política mais ampla que puder a fim de tornar viável a sua realização. É por essa razão que eu entendo que na aliança liderada por Jackson Barreto cabe o DEM, outros partidos que se dispuserem e todas as outras forças políticas da aliança originária. Pensar de forma contrária é não acalentar nenhum projeto de interesse para Sergipe e para o nosso povo, é agir pensando nos interesses pessoais. E chega de velhacaria. A Jackson Barreto não pode ser negado esse papel. Não obstante a circunstância da vida, Jackson está legitimado pela própria história de luta. O momento atual da política em Sergipe é para avançar e quem estiver tentando atropelar será responsabilizado publicamente e não se sairá bem".

Espaços na chapa majoritária

"A luta pelo espaço político dentro de uma aliança é sempre legítima. Mas numa aliança político-partidária os espaços não estão apenas na chapa de candidatos majoritários (governador, vice e senador). Nesse momento eu vejo como prioridade número um a formação da aliança para garantir o avanço político em Sergipe. Os espaços na aliança podem ser discutidos logo a seguir. Afinal, dessa aliança originária e da possível aliança ampliada que se pretende quem não já foi contemplado e bem contemplado com posições políticas e de governo? Vejam: o PT ocupou a Prefeitura de Aracaju em dois mandatos e o governo do Estado também em dois mandatos, além de senador com Eduardo Dutra; o PCdoB de Edvaldo Nogueira foi prefeito de Aracaju pelo mandato mais longo desde que Heráclito foi prefeito da cidade; Valadares já foi contemplado por esse grupo com três mandatos de senador, dois mandatos de deputado federal, um mandato de vice-governador, ocupa hoje três secretarias no governo, inclusive a Educação, indicou o candidato a prefeito de Aracaju e outro a conselheiro do Tribunal de Contas e tudo isso com o apoio desse grupo. É bom que também não se esqueça que nessa eleição há uma candidatura a presidente da República em jogo. Portanto, um pouco de reflexão não faz mal a ninguém".

Relação com o PSB

"O senador Valadares sempre foi querido nessa aliança. Hoje ele é senador e poderia ter o prefeito da capital e ter eleito um conselheiro para o Tribunal de Contas, caso os seus dois deputados estaduais (Maria e Adelson) não tivessem votado contra. Embora não tivesse ouvido isso, nem dele nem dos demais líderes da aliança, a saída do PSB é ruim para a aliança e para ele também, pois em política não há espaço vazio"

Aliança com o DEM

"Fala-se muito da possibilidade dessa aliança com o DEM, mas eu não tenho elementos para afirmar da existência de qualquer entendimento nesse sentido, até porque, hoje, no PMDB, eu sou tão somente um liderado no exercício do mandato de deputado federal e pré-candidato a deputado estadual. No entanto, eu entendo que em aliança política só devemos trabalhar com as operações de adição e multiplicação, jamais com subtração ou divisão. Ou seja, a entrada de um partido (adição) não deve ser motivo para a saída de outro (subtração). O meu desejo pessoal é que o PSB permaneça, e não há razão para sair, e que o DEM entre para a aliança"

O conhecimento liberta. Saiba mais. Siga-nos no Telegram.

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

WhatsApp Facebook Twitter Email