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Aloysio faz novo aceno tucano ao PMDB

Vice da chapa de Aécio Neves à Presidência, senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) diz que atualmente é possível governar o país sem o PMDB, “mas não é desejável”; “É o maior partido do Congresso, que tem quadros políticos muito respeitados”; quanto as acusações do PT sobre a gestão de FHC, rebate: “Nós tiramos o Brasil da hiperinflação. Nós fomos ao FMI quando precisávamos ir. E a terceira vez que fomos foi para dar conforto ao Lula na transição”

Senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) durante análise do processo, relatado por ele, que pede informações ao ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, sobre a aplicação de recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) na (Foto: Roberta Namour)

247 – O senador Aloysio Nunes (PSDB), vice na chapa de Aécio Neves à Presidência, já projeta a volta dos tucanos ao poder. Diante do cenário, volta a acenar ao PMDB, maior partido da base governista. Segundo ele, atualmente é possível governar o país sem o PMDB, “mas não é desejável”. “É o maior partido do Congresso, que tem quadros políticos muito respeitados”, disse em entrevista ao El Pais.

Nesta semana, tanto Aécio Neves quanto a ala paranaense do partido abriram publicamente as portas para o partido do vice-presidente Michel Temer. "É legítimo que o PMDB tenha a posição", disse o senador Álvaro Dias, a respeito do partido coligado com o PT vir a ocupar novamente, a partir de 2015, as presidências do Senado e da Câmara, hoje com Renan Calheiros e Henrique Alves.

Quanto as acusações do PT sobre a gestão de FHC, Aloysio Nunes rebate: “O país não quebrou. Nós não decretamos moratória, equacionamos toda nossa dívida externa que estava na mão de particulares. Nós tiramos o Brasil da hiperinflação. Nós fomos ao FMI quando precisávamos ir.

O FMI existe para isso. E a terceira vez que fomos foi para dar conforto ao Lula na transição”. Segundo ele, quem está quebrando o Brasil hoje é a presidente Dilma Rousseff (leia mais).