Ambientalistas querem barrar Arco Metropolitano

O Fórum Socioambiental de Aldeia solicitou que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) impugne a licitação para a construção do Arco Metropolitano do Recife sob a alegação da falta do Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima; O edital de licitação do Arco Metropolitano prevê a construção de dois viadutos e um trevo, o que segundo os ambientalistas, afetaria três das cinco áreas que integram uma área de proteção ambiental protegida por lei; oanel viário terá 77 quilômetros de extensão e ligará a Zona da Mata Norte – onde a Fiat e a Hemobras estão implantando fábricas – ao Porto de Suape, no Litoral Sul do Estado, e está orçado em mais de R$ 1 bilhão

O Fórum Socioambiental de Aldeia solicitou que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) impugne a licitação para a construção do Arco Metropolitano do Recife sob a alegação da falta do Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima; O edital de licitação do Arco Metropolitano prevê a construção de dois viadutos e um trevo, o que segundo os ambientalistas, afetaria três das cinco áreas que integram uma área de proteção ambiental protegida por lei; oanel viário terá 77 quilômetros de extensão e ligará a Zona da Mata Norte – onde a Fiat e a Hemobras estão implantando fábricas – ao Porto de Suape, no Litoral Sul do Estado, e está orçado em mais de R$ 1 bilhão
O Fórum Socioambiental de Aldeia solicitou que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) impugne a licitação para a construção do Arco Metropolitano do Recife sob a alegação da falta do Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima; O edital de licitação do Arco Metropolitano prevê a construção de dois viadutos e um trevo, o que segundo os ambientalistas, afetaria três das cinco áreas que integram uma área de proteção ambiental protegida por lei; oanel viário terá 77 quilômetros de extensão e ligará a Zona da Mata Norte – onde a Fiat e a Hemobras estão implantando fábricas – ao Porto de Suape, no Litoral Sul do Estado, e está orçado em mais de R$ 1 bilhão (Foto: Paulo Emílio)
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Pernambuco 247 - As obras do Arco Metropolitano do Recife, consideradas essenciais para a melhoria da mobilidade urbana e para a economia pernambucana, já que ligará a Zona da Mata Norte ao Complexo Industrial e Portuário de Suape, já estão sendo alvos de ações judiciais antes mesmo da abertura dos envelopes da licitação para definir as empresas responsáveis pela obra, o que deve acontecer na próxima semana. O Fórum Socioambiental de Aldeia solicitou que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) impugne o certame sob a alegação da falta do Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima).

O problema, segundo a entidade ambientalista, está no fato do chamado “Lote 1” passar dentro de uma Área de Preservação Ambiental (APA) que abriga o mais importante resquício de mata atlântica do Estado. O edital de licitação do Arco Metropolitano prevê a construção de dois viadutos e um trevo, o que segundo a alegação do Fórum Socioambiental de Aldeia, afetaria três das cinco áreas que integram a APA e que são protegidas por lei.

“Quando estava sob responsabilidade do Governo de Pernambuco, o EIA/Rima foi feito por um consórcio privado, pois a proposta inicial era que fosse uma Parceria Público-Privada (PPP). Mas neste ano, o estudo foi indeferido pela CPRH (Agência Estadual de Meio Ambiente). Então, nenhum outro foi feito”, disse o integrante do fórum e membro do conselho da APA Aldeia-Beberibe, Herbert Trejo, ao jornal Folha de Pernambuco.

O Anel Viário da Região Metropolitana do Recife terá 77 quilômetros de extensão e ligará a Zona da Mata Norte – onde a Fiat e a Hemobras estão implantando fábricas – ao Porto de Suape, no Litoral Sul do Estado. O projeto, orçado em mais de R$ 1 bilhão, é considerado como uma das obras essenciais à melhoria da mobilidade urbana estadual.

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