Amorim diz que não privatizará Banese
Candidato a governador pelo PSC, Eduardo Amorim, disse que, se eleito, irá trabalhar pelo fortalecimento do Banco do Estado de Sergipe (Banese); a instituição bancária sofreu, recentemente, um revés, com a retirada das contas da prefeitura de Aracaju, administrada por João Alves Filho (DEM), aliado de Amorim; João vendeu as contas da PMA à Caixa Econômica Federal por R$ 30 milhões. A questão está sob liminar judicial; "Buscaremos com todas as prefeituras para que ninguém saia mais, que ninguém deixe mais o Banese e que tenha no Banese um grande parceiro para o desenvolvimento do seu município. E aqueles que não estão mais, tentaremos resgatar, trazer de volta", disse Amorim
Sergipe 247 - O candidato a governador pelo PSC, Eduardo Amorim, disse que, se eleito, irá trabalhar pelo fortalecimento do Banco do Estado de Sergipe (Banese). A instituição bancária sofreu, recentemente, um revés, com a retirada das contas da prefeitura de Aracaju, administrada por João Alves Filho (DEM), aliado de Amorim. João vendeu as contas da PMA à Caixa Econômica Federal por R$ 30 milhões. A questão está sob liminar judicial.
"Tenho muito orgulho, como sergipano, de ter um banco que ainda, realmente, nos resta como banco estadual, que é o Banese. Buscaremos com todas as prefeituras para que ninguém saia mais, que ninguém deixe mais o Banese e que tenha no Banese um grande parceiro para o desenvolvimento do seu município. E aqueles que não estão mais, tentaremos resgatar, trazer de volta", disse Amorim, em entrevista ao Portal Infonet.
O candidato do PSC ressalta que o Banese "foi um dos poucos bancos estaduais que conseguiu sobreviver à competitividade do mercado". "O Banese surgiu como um banco de fomento na primeira metade da década de 70 e depois foi crescendo, cumprindo a sua missão e ele é um banco de fomento, de desenvolvimento, um banco social. Um banco, lógico, que visa lucro, mas ele visa, sobretudo, a parte social. Portanto, a sua missão é cumprir um dever social, ajudar as famílias mais carentes, os mais necessitados. Nosso objetivo é tornar um banco mais competitivo", ressaltou.
Amorim disse também irá investir na modernização da Companhia de Abastecimento de Sergipe, a Deso. "É preciso rever funcionamento e os instrumentos para tornar a Deso em uma empresa competitiva e muito mais moderna. Nós vamos fazer isso, com certeza. Não penso em privatizar. Tenho muito orgulho do Banese e da Deso, mas é preciso dar uma condição melhor a estas empresas e é preciso também cobrar resultados. Não é justo que se pague, muitas vezes caro, e não se tenha o resultado desejado e merecido. As empresas têm que ser mais competitivas e prestar o serviço da melhor qualidade possível", afirmou.
