Amorim nega mudar perfil: "não vou entrar em baixaria"
“Não adianta ninguém me pedir porque o povo não merece isso. As pessoas falam o tempo todo que querem uma política limpa. É isso que procuro fazer. O tempo todo sou instigado, chamando para o ringue, mas o povo de Sergipe não merece assistir a isso não. A gente não está precisando de espetáculo, mas de mais atitude. Não de espetáculo. Agora: ser humilde não significa que não tenha firmeza. Sempre tive. Se não tivesse não teria chegado aonde cheguei”, ressaltou Eduardo Amorim, candidato a governador pelo PSC
Sergipe 247 - O candidato a governador pelo PSC, Eduardo Amorim, disse que não mudará seu perfil, mesmo com a cobrança de aliados para que faça uma campanha mais agressiva contra o seu adversário, o governador Jackson Barreto (PMDB). “Vou continuar no meu perfil. Continuarei apontando as mazelas, mas em seguida apontando as soluções. Eu sou o mesmo. O meu perfil, minha índole e o meu caráter não mudam. Defendo de copo e alma. Não vou entrar na baixaria”, disse.
“Não adianta ninguém me pedir porque o povo não merece isso. As pessoas falam o tempo todo que querem uma política limpa. É isso que procuro fazer. O tempo todo sou instigado, chamando para o ringue, mas o povo de Sergipe não merece assistir a isso não. A gente não está precisando de espetáculo, mas de mais atitude. Não de espetáculo. Agora: ser humilde não significa que não tenha firmeza. Sempre tive. Se não tivesse não teria chegado aonde cheguei”, ressaltou, em entrevista ao Universo Político.
Ele também negou que sua coligação esteja temerosa quanto a resultados de pesquisas recentes, como a do Ibope (divulgada pela TV Sergipe) e a do Instituto Vozes Pesquisa e Estratégia (publicada no Jornal da Cidade), que mostraram o candidato do PMDB em primeiro lugar, com oito pontos de dianteira. “Não é medo de pesquisa. Nada a ver”, ressaltou. A pesquisa Ibope mostrou JB com 41% e Amorim com33% (registro TRE-SE 18/2014). No instituto Vozes, Jackson apareceu com 41,2% e Amorim com 33,4% (registro TRE-SE 23/2014).
Amorim afirmou que a reunião realizada no início desta semana, com aliados, serviu para discutir “as pancadas que estamos tomando e a ideia que estão tentando passar de que nós somos os corruptos”. “Não temos corruptos aqui, não. Se existe corrupto, está do outro lado. Quem é que é amigo de Paulo Roberto Costa?”, questionou o candidato do PSC, fazendo referência ao ex-diretor da Petrobras, que está preso por suspeita de corrupção.
